Cheguei

Domingo, pouco antes das 20 horas, desembarquei em Luanda. O ar quente e húmido e o aroma rico e penetrante recordaram-me imediatamente Manaus – memória agradável, obviamente. A viagem não teve surpresas nem sobressaltos; um pouco de turbulência a meio caminho, nada que me tirasse o sono nem a fome. Tive a companhia do F., jovem director de arte, surfista nos tempos livres, que vem trabalhar na agência.
O N. e o J. estavam í  nossa espera, logo í  saí­da das duas longas filas do controlo de passaportes e da alfândega. Com eles o C., director criativo da agência. Depois dos abraíos e cumprimentos da praxe levaram-nos í  guest house da agência, onde vou ficar provisoriamente instalado até o apartamento estar pronto.
Apesar de ser domingo, a rua estava cheia de gente, animada pelos 90.000 w de um trio eléctrico estacionado a dois ou três quarteirões do local. O restaurante onde jantámos também tremia com o som do show de três rappers americanos ali mesmo ao lado, no palco do cinema Karl Marx. Muita música, muito calor, muita animaíão.
Cheguei a ífrica.

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Um comentário

  • pedro justino alves (o anexo da Ana) 25/01/2005   Deixe uma resposta a →

    «Muita música, muito calor, muita animação. Cheguei a África». E cá esperamos ansiosamente pelo seu regresso. Antes, num tempo não muito remoto, aguardávamos o «voltar» dos entes e amigos para conhecermos as suas EXPERIÊNCIAS no seu «ir». Hoje, num mundo em que cada minuto já é um passado distante, podemos compartilhar as suas EXPERIÊNCIAS quase em simultâneo. Portanto…
    TRATA DE DEDILHAR!!!!
    Um abraço, um beijo na Lu e uma festinha na Sahron.

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