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Desengravatem-se!

Viní­cius de Moraes, esse grande poeta bra­si­leiro, músico e boé­mio, amante de chop e de garo­tas bron­ze­a­das, visi­tou Por­tu­gal nos anos 60, em plena dita­dura. Achou os por­tu­gue­ses muito for­ma­lis­tas, muito “engra­va­ta­dos”, como se pode com­pro­var num pequeno dis­curso impro­vi­sado que ficou regis­tado no disco que gra­vou ao vivo em casa de Amá­lia Rodri­gues, com músi­cos e poe­tas naci­o­nais. Deixo aqui as pala­vras trans­cri­tas desse registo, por­que muita coisa ainda não mudou desde a altura:

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