Eu na Variety, imaginem

A revista Variety é considerada a "bíblia" da indústria cinematográfica americana e internacional. Quem quer ter uma palavra a dizer tem de a ler religiosamente para saber os últimos "deals", os resultados de bilheteiras nos principais mercados, quem é quem e quem financia o quê, etc. Uma crítica negativa na Variety pode arruinar um filme, e uma crítica positiva pode ajudar muito a sua divulgação e comercialização. É por isso que não resisto a referir a avaliação positiva feita ao filme "Tiro no Escuro" (A shot in the dark), produzido pelo Tino Navarro e realizado pelo Leonel Vieira, de que sou co-guionista com o Jorge Almeida. Perdoem-me a imodéstia por destacar aqui a referência directa ao trabalho dos guionistas:

Jorge Almeida’s and Joao Nunes’ script turns on a stunning plot point that may read on paper as thoroughly incredible, but which Vieira and his cast put across with absolute dramatic conviction and that pulls together the film’s disparate strands. As moral tones shift from black and white to gray, the film leads to a rousing climax that artfully contains multiple endings, finishing in a magnificently staged capper in Lisbon Airport.

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