Conforme vou lendo e anotando o romance, e passando essa anotaíões para o software de estruturaíão, comeíam a surgir ideias para o guião.
Algumas têm a ver com a estrutura do filme (“talvez esta cena devesse entrar noutro lugar” ou “acho que esta sequência não vai caber no guião”), outras têm a ver com questões de narrativa cinematográfica (“se esta cena fosse passada no local x em vez de y fazia uma transiíão gira para a cena seguinte”), outras ainda são relativas aos diálogos (“esta frase está sensacional, tem de entrar” ou “tenho de desenvolver mais esta conversa”).
Aproveito também para ir fazendo notas de problemas que detecto na história, informaíões que tenho de dar, pormenores que preciso investigar para poder escrever as cenas, músicas que poderiam acompanhar a cena, sugeridas ou não no próprio livro, etc.
E vão surgindo também ideias para cenas completamente novas. Ou porque sinto que fazem falta na narrativa; ou porque dizem o mesmo que uma cena do livro, mas de uma maneira mais cinematográfica e menos literária; ou simplesmente porque são interessantes e me apetece escrevê-las.
Assim, pouco a pouco, o guião vai tomando forma na minha cabeía, antes mesmo comeíar a ser escrito no papel.
Os meus tuítes
- Olhai os lírios do campo. Fotografias de flores como nunca viu: http://t.co/ZxyfwzKZ 3 hrs ago
- Natureza (não muito) Morta: Scott Garner http://t.co/LrLVmoqj 8 hrs ago
- "REGRA OITO: Não tente criar e analisar ao mesmo tempo. São processos diferentes." - john cage http://t.co/tpfuOYcV 11 hrs ago
- A "Escola de Cinema Terry Gilliam em 10 lições (mais uma)": http://t.co/gRLYv7w5 13 hrs ago
- As redes sociais explicadas em poucas linhas. O Google + fez-me rir à gargalhada http://t.co/ryGtssg8 14 hrs ago
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