O truque final do Final Draft

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O Final Draft foi o pri­meiro pro­grama pro­fis­si­o­nal de escrita de guião que eu adquiri. Foi com ele que escrevi o meu pri­meiro tele­filme, o “Mus­tang”, e acompanhou-​​me durante muito tempo.

Recen­te­mente fui sedu­zido por outras alter­na­ti­vas, nome­a­da­mente o Movi­e­Ma­gic Scre­en­wri­ter e o CeltX. Prin­ci­pal­mente por uma razão muito sim­ples: volta não volta o Final Draft 7 (a ver­são actual) tinha a ten­dên­cia para “estou­rar” no momento em que eu fazia “save”, deixando-​​me a olhar para o écrã onde o meu guião tinha estado antes. Nunca perdi nada de muito impor­tante, mas foi o sufi­ci­ente para me irritar.

Até que, a semana pas­sada, o Paolo Marinou-​​Blanco me ensi­nou “o segredo”: basta não colo­car letras acen­tu­a­das, tra­ços ou outros sím­bo­los nos nomes dos docu­men­tos. Usando ape­nas letras sem acen­tos e núme­ros, esta­mos safos. Come­cei a fazer isso e, de repente, o Final Draft ganhou de novo todo o seu charme. Vou con­ti­nuar a tes­tar este tru­que e, se hou­ver novi­da­des, colo­ca­rei aqui.

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