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	<title>Comentários em: Curso #15: O mecanismo de progressão dramática</title>
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	<description>escritas, filmes &#38; outras coisas da vida</description>
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		<title>Por: Curso #18: as ferramentas da gest&#227;o da informa&#231;&#227;o</title>
		<link>http://joaonunes.com/2009/curso-de-guionismo/curso-rapido-o-mecanismo-de-progressao-dramatica/#comment-4094</link>
		<dc:creator>Curso #18: as ferramentas da gest&#227;o da informa&#231;&#227;o</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 10:34:30 +0000</pubDate>
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		<description>[...] arti­gos ante­ri­o­res do curso já falei da impor­tân­cia dos obs­tá­cu­los, como fonte de con­flito e drama. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[…] arti­gos ante­ri­o­res do curso já falei da impor­tân­cia dos obs­tá­cu­los, como fonte de con­flito e drama. […]</p>
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		<title>Por: Flashback 2009 &#124; joaonunes.com</title>
		<link>http://joaonunes.com/2009/curso-de-guionismo/curso-rapido-o-mecanismo-de-progressao-dramatica/#comment-2083</link>
		<dc:creator>Flashback 2009 &#124; joaonunes.com</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 18:12:47 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Curso: pro­gres­são dramática [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[…] Curso: pro­gres­são dramática […]</p>
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		<title>Por: João Nunes</title>
		<link>http://joaonunes.com/2009/curso-de-guionismo/curso-rapido-o-mecanismo-de-progressao-dramatica/#comment-1931</link>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 20:54:04 +0000</pubDate>
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		<description>Nunca fiz essa reflexão sobre esse filme específico, e não me lembro o suficiente dele para poder teorizar agora. Mas como eu refiro no curso, o que faz um filme ser interessante é o &quot;conflito+surpresas&quot;. Conflito, realmente não recordo (embora provavelmente houvesse vários, mais subtis - nomeadamente, o conflito contra as suas próprias limitações); quanto às surpresas, pelo contrário, o filme tinha bastantes. Junte a isso o Tom Hanks em pico de carreira e um novo degrau na aplicação de efeitos especiais, e o sucesso começa a ser mais fácil de entender.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca fiz essa reflexão sobre esse filme específico, e não me lembro o suficiente dele para poder teorizar agora. Mas como eu refiro no curso, o que faz um filme ser interessante é o “conflito+surpresas”. Conflito, realmente não recordo (embora provavelmente houvesse vários, mais subtis — nomeadamente, o conflito contra as suas próprias limitações); quanto às surpresas, pelo contrário, o filme tinha bastantes. Junte a isso o Tom Hanks em pico de carreira e um novo degrau na aplicação de efeitos especiais, e o sucesso começa a ser mais fácil de entender.</p>
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		<title>Por: Paulo Rodrigues</title>
		<link>http://joaonunes.com/2009/curso-de-guionismo/curso-rapido-o-mecanismo-de-progressao-dramatica/#comment-1930</link>
		<dc:creator>Paulo Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 18:58:18 +0000</pubDate>
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		<description>Conversando com amigos descobri que &quot;The Doors&quot; é um filme que só funciona para quem é fã da banda. Então estou concluindo que é um filme que confirma a regra de que se o protagonista não tem um objetivo claro, o espectador comum perde o interesse. &quot;Império do Sol&quot; também muita gente acha o filme meio morno. Deve ser o mesmo problema.

Mas o sucesso do roteiro de Forrest Gump ainda é curioso. O objetivo de Gump é claro, mas ele não faz nada para atingi-lo. Se ele nada faz... e por isso não há forças antagonicas reagindo... é correto afirmar que é um filme sem conflitos? Que não existe drama? Mas se não existe drama, como conseguem prender a atenção até o final? Não entendo isso. Sei que demoraram anos para adaptar o livro para o cinema porque os roteiristas convidados não queriam se arriscar. Não era um roteiro facil de lidar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Conversando com amigos descobri que “The Doors” é um filme que só funciona para quem é fã da banda. Então estou concluindo que é um filme que confirma a regra de que se o protagonista não tem um objetivo claro, o espectador comum perde o interesse. “Império do Sol” também muita gente acha o filme meio morno. Deve ser o mesmo problema.</p>
<p>Mas o sucesso do roteiro de Forrest Gump ainda é curioso. O objetivo de Gump é claro, mas ele não faz nada para atingi-lo. Se ele nada faz… e por isso não há forças antagonicas reagindo… é correto afirmar que é um filme sem conflitos? Que não existe drama? Mas se não existe drama, como conseguem prender a atenção até o final? Não entendo isso. Sei que demoraram anos para adaptar o livro para o cinema porque os roteiristas convidados não queriam se arriscar. Não era um roteiro facil de lidar.</p>
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		<title>Por: João Nunes</title>
		<link>http://joaonunes.com/2009/curso-de-guionismo/curso-rapido-o-mecanismo-de-progressao-dramatica/#comment-1929</link>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 21:35:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://joaonunes.com/?p=1564#comment-1929</guid>
		<description>Paulo,
a lista poderia ser muito mais extensa. Há inúmeros filmes que não respeitam um, dois ou nenhum dos princípios, &quot;regras&quot;, técnicas, dicas, modelos que eu vou descrevendo neste curso. É isso que faz a riqueza do cinema, e da escrita para esse meio.
O que eu tento explicar neste &quot;curso&quot; são algumas bases comummente aceites para a escrita daquilo que se pode designar como o &quot;modelo clássico&quot; de estória cinematográfica. Picasso, antes de soltar toda a sua criatividade na pintura, escultura e cerâmica, aprendeu a desenhar de forma tradicional (e era um desenhador extraordinário). Assim deve ser com os guionistas; antes de se aventurarem em modelos mais &quot;alternativos&quot; - enredos paralelos, multi-personagens, variações temporais, protagonistas passivos, narrativas episódicas, etc - devem dominar o modelo clássico e os seus princípios de funcionamento.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo,<br />
a lista poderia ser muito mais extensa. Há inúmeros filmes que não respeitam um, dois ou nenhum dos princípios, “regras”, técnicas, dicas, modelos que eu vou descrevendo neste curso. É isso que faz a riqueza do cinema, e da escrita para esse meio.<br />
O que eu tento explicar neste “curso” são algumas bases comummente aceites para a escrita daquilo que se pode designar como o “modelo clássico” de estória cinematográfica. Picasso, antes de soltar toda a sua criatividade na pintura, escultura e cerâmica, aprendeu a desenhar de forma tradicional (e era um desenhador extraordinário). Assim deve ser com os guionistas; antes de se aventurarem em modelos mais “alternativos” — enredos paralelos, multi-personagens, variações temporais, protagonistas passivos, narrativas episódicas, etc — devem dominar o modelo clássico e os seus princípios de funcionamento.</p>
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		<title>Por: Paulo Rodrigues</title>
		<link>http://joaonunes.com/2009/curso-de-guionismo/curso-rapido-o-mecanismo-de-progressao-dramatica/#comment-1928</link>
		<dc:creator>Paulo Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 20:58:55 +0000</pubDate>
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		<description>João,
Com relação a esses dois principios: &quot;Objetivo Claro&quot; e &quot;Protagonista Ativo&quot;, tive dificuldade de encontra-los em alguns filmes. 

Forrest Gump: 
O objetivo de Gump é passar a vida ao lado da Jenny. Mas todas as suas ações nada têm a ver com isso: ir ao Vietnã, virar idolo do Ping Pong, conhecer presidentes, ficar rico com pesca de camarao, correr pelo pais sem objetivo de ganhar medalhas, recordes ou chamar a atenção para causas....  Jenny vive a vida dela, longe dele. 

The Doors:
Não há uma busca pelo sucesso como no filme &quot;The Wonders&quot;. Qual o objetivo do protagonista e o que ele faz para alcançar?

Imperio do Sol:
Garoto é priosioneiro de guerra, mas o objetivo dele não é fugir. Qual o objetivo dele? Adaptar-se a nova realidade? Não acho que o final feliz seria ele estar adaptado a ser prisioneiro.  Então qual o objetivo dele e o que faz para obte-lo? 


Parabens pelo site. 
Gostei muito.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João,<br />
Com relação a esses dois principios: “Objetivo Claro” e “Protagonista Ativo”, tive dificuldade de encontra-los em alguns filmes. </p>
<p>Forrest Gump:<br />
O objetivo de Gump é passar a vida ao lado da Jenny. Mas todas as suas ações nada têm a ver com isso: ir ao Vietnã, virar idolo do Ping Pong, conhecer presidentes, ficar rico com pesca de camarao, correr pelo pais sem objetivo de ganhar medalhas, recordes ou chamar a atenção para causas.…  Jenny vive a vida dela, longe dele. </p>
<p>The Doors:<br />
Não há uma busca pelo sucesso como no filme “The Wonders”. Qual o objetivo do protagonista e o que ele faz para alcançar?</p>
<p>Imperio do Sol:<br />
Garoto é priosioneiro de guerra, mas o objetivo dele não é fugir. Qual o objetivo dele? Adaptar-se a nova realidade? Não acho que o final feliz seria ele estar adaptado a ser prisioneiro.  Então qual o objetivo dele e o que faz para obte-lo? </p>
<p>Parabens pelo site.<br />
Gostei muito.</p>
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		<title>Por: Autrey</title>
		<link>http://joaonunes.com/2009/curso-de-guionismo/curso-rapido-o-mecanismo-de-progressao-dramatica/#comment-1922</link>
		<dc:creator>Autrey</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 12:19:59 +0000</pubDate>
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		<description>Eu é que agradeço as suas palavras e apoio....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu é que agradeço as suas palavras e apoio.…</p>
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	<item>
		<title>Por: João Nunes</title>
		<link>http://joaonunes.com/2009/curso-de-guionismo/curso-rapido-o-mecanismo-de-progressao-dramatica/#comment-1908</link>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 00:16:28 +0000</pubDate>
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		<description>Eu é que agradeço as suas palavras e apoio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu é que agradeço as suas palavras e apoio.</p>
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		<title>Por: Ivana Rowena</title>
		<link>http://joaonunes.com/2009/curso-de-guionismo/curso-rapido-o-mecanismo-de-progressao-dramatica/#comment-1904</link>
		<dc:creator>Ivana Rowena</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 21:54:59 +0000</pubDate>
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		<description>Caro João Nunes: estou absolutamente agradecida à você que, com tanta generosidade, partilha seus estudos, textos e comentários com pessoas como eu, que estudam e escrevem roteiros para não perder a prática e agilidade. Também sou pesquisadora, função que complementa meu lado de roteirista e me mantem atualizada.  Não sei como é em Portugal, mas aqui no Brasil roteirista ainda não é uma profissão reconhecida oficialmente, apesar de tantos se destacarem pelo talento tanto na televisão como nu cinema ou nas diversas mídias atuais.   
Espero que você continue a escrever seus artigos que são estimulantes para quem sempre procura novas abordagens. 
ivana rowena</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro João Nunes: estou absolutamente agradecida à você que, com tanta generosidade, partilha seus estudos, textos e comentários com pessoas como eu, que estudam e escrevem roteiros para não perder a prática e agilidade. Também sou pesquisadora, função que complementa meu lado de roteirista e me mantem atualizada.  Não sei como é em Portugal, mas aqui no Brasil roteirista ainda não é uma profissão reconhecida oficialmente, apesar de tantos se destacarem pelo talento tanto na televisão como nu cinema ou nas diversas mídias atuais.<br />
Espero que você continue a escrever seus artigos que são estimulantes para quem sempre procura novas abordagens.<br />
ivana rowena</p>
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	<item>
		<title>Por: Guilherme Silveira</title>
		<link>http://joaonunes.com/2009/curso-de-guionismo/curso-rapido-o-mecanismo-de-progressao-dramatica/#comment-1878</link>
		<dc:creator>Guilherme Silveira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 21:41:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://joaonunes.com/?p=1564#comment-1878</guid>
		<description>Caro João,
Faz alguns anos que o meu ‘chimpanzé’ interior desceu do galho, resolveu se manifestar e eu passei a escrever roteiros. Como conseqüência da minha constante busca por informação a respeito desta deliciosa atividade acabei por lhe encontrar; e que sorte este encontro... A maneira como você escreve é muito clara e, apesar das nossas ‘diferenças lusófonas’, lendo-o estou em casa. Algo que me intriga, e que gostaria de comentar consigo, é o ponto de virada da carreira de um roteirista, ou seja, o momento em que ele passa de diletante a profissional. Será que é parecido com aquilo que chamamos aqui no Brasil de ‘peneiras futebolísticas’, onde milhares de aspirantes a craques têm seus sonhos pulverizados? Ou será a combinação exata entre talento e sorte? A estória certa na mão do produtor certo... Mistério absoluto... Eu tento não esmorecer com a questão e procuro nunca parar de escrever. Quem sabe um dia este menino aqui ainda vai marcar um golaço de placa e ouvir o grito da torcida no Maracanã. Enquanto isso não acontece, eu vou fazendo as minhas ‘macaquices’. Agradeço muito a sua colaboração.
Boa sorte amigo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro João,<br />
Faz alguns anos que o meu ‘chimpanzé’ interior desceu do galho, resolveu se manifestar e eu passei a escrever roteiros. Como conseqüência da minha constante busca por informação a respeito desta deliciosa atividade acabei por lhe encontrar; e que sorte este encontro… A maneira como você escreve é muito clara e, apesar das nossas ‘diferenças lusófonas’, lendo-o estou em casa. Algo que me intriga, e que gostaria de comentar consigo, é o ponto de virada da carreira de um roteirista, ou seja, o momento em que ele passa de diletante a profissional. Será que é parecido com aquilo que chamamos aqui no Brasil de ‘peneiras futebolísticas’, onde milhares de aspirantes a craques têm seus sonhos pulverizados? Ou será a combinação exata entre talento e sorte? A estória certa na mão do produtor certo… Mistério absoluto… Eu tento não esmorecer com a questão e procuro nunca parar de escrever. Quem sabe um dia este menino aqui ainda vai marcar um golaço de placa e ouvir o grito da torcida no Maracanã. Enquanto isso não acontece, eu vou fazendo as minhas ‘macaquices’. Agradeço muito a sua colaboração.<br />
Boa sorte amigo!</p>
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