Fãs de "Lost" - não desanimem, nem tudo está perdido

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Lost

Eu não acom­pa­nho o “Lost” e, apa­ren­te­mente, mui­tos dos fãs da série têm vindo a seguir o meu exem­plo.

Mas para os res­tan­tes, que não per­dem uma pitada do que a com­ple­xís­sima série tem para ofe­re­cer, ainda há espe­rança: apa­ren­te­mente há alguém que está a tomar nota de todos os enre­dos, casos, per­so­na­gens e deta­lhes da série, o que quer dizer que, even­tu­al­mente, no fim da sexta e última tem­po­rada, tudo fará (algum) sentido.

O nome desse “herói” é Gregg Nati­ons, é script coor­di­na­tor da série, e gos­tei par­ti­cu­lar­mente des­tes dois pará­gra­fos que resu­mem o desa­fio que ele enfrenta:

While most tele­vi­sion series main­tain a so-​​called bible — a guide to cha­rac­ters and plo­tli­nes that are deve­lo­ped by the cre­a­tors but reve­a­led over mul­ti­ple sea­sons — few if any shows have twists and turns as byzan­tine as those on “Lost.”

And unlike many jobs, which get easier as the mate­rial beco­mes more fami­liar, this one has become expo­nen­ti­ally more com­pli­ca­ted and chal­len­ging with each new epi­sode. That will be par­ti­cu­larly true this sea­son, when the island itself starts moving through time as the peo­ple who seem to be the guar­di­ans of its secrets try to pro­tect it from a sha­dowy cons­pi­ra­tor who could have dar­ker uses for its powers.

Podem ler o resto do artigo aqui.

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