Fórmulas e frescura

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Exis­tem ata­lhos para escre­ver um guião. Mas con­du­zem ao tra­ba­lho for­mu­laico. Res­peito esse tipo de tra­ba­lho, por­que geral­mente é com­pe­tente, e às vezes não há tempo para mais.

Mas não exis­tem ata­lhos para escre­ver um guião fresco, ori­gi­nal. Não se pode escre­ver “All that jazz”, ou “Annie Hall” usando as fór­mu­las de “Save the Cat“[1]. Nem mesmo “For­rest Gump” ou “Hard Day’s Night”. Para isso é pre­ciso ten­tar coi­sas que nunca nin­guém fez antes.

É muito mais diver­tido do que usar a estru­tura inven­tada por outra pes­soa. Mesmo que seja mais tra­ba­lhoso.”– Alex Epstein.

Via Com­pli­ca­ti­ons Ensue →

Notas de Rodapé

  1. Um livro já men­ci­o­nado neste blo­gue, que pro­põe um método ultra­es­tru­tu­rado para escre­ver um guião[]

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berni ferreira Janeiro 23, 2010 às 12:57

Ora aqui está uma filosofia com a qual me identifico completamente. E que tenho tentado aplicar na prática sem grande sucesso… Talvez um dia lá chegue…

É encorajador ler uma coisa destas vinda de quem vem. Obrigado, João.

Abraço para todos

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