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	<title>Comentários em: Os melhores filmes da d&#233;cada</title>
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	<description>escritas, filmes &#38; outras coisas da vida</description>
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		<title>Por: Jorge Vaz Nande</title>
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		<dc:creator>Jorge Vaz Nande</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 00:40:37 +0000</pubDate>
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		<description>Só sobre o &quot;Synec­do­che, New York&quot;, o que te tenho a dizer é isto: mais do que um filme que se ame ou odeie, é um filme que &lt;i&gt;intriga&lt;/i&gt;. Depois, tem que ser o espectador a decidir se ama ou odeia &lt;i&gt;o sentir-se intrigado&lt;/i&gt;. Espanta muito, isso de certeza, o Kaufman ter conseguido &quot;permissão&quot; executiva para realizar este monumento à subjectividade. Curiosamente, o Ebert fala também dessa sensação que o filme vai criando dentro de quem o vê, é como formiga a esburacar a curiosidade, &quot;lembra-te disto&quot;, &quot;lembra-te disto&quot;. Quer gostes ou não, é um filme desconcertante, raro, que não segue qualquer regra da indústria mas que não teria sido igual feito fora dela.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só sobre o “Synec­do­che, New York”, o que te tenho a dizer é isto: mais do que um filme que se ame ou odeie, é um filme que <i>intriga</i>. Depois, tem que ser o espectador a decidir se ama ou odeia <i>o sentir-se intrigado</i>. Espanta muito, isso de certeza, o Kaufman ter conseguido “permissão” executiva para realizar este monumento à subjectividade. Curiosamente, o Ebert fala também dessa sensação que o filme vai criando dentro de quem o vê, é como formiga a esburacar a curiosidade, “lembra-te disto”, “lembra-te disto”. Quer gostes ou não, é um filme desconcertante, raro, que não segue qualquer regra da indústria mas que não teria sido igual feito fora dela.</p>
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