Concurso NetLabTV desafia roteiristas brasileiros

Os roteiristas brasileiros estão convidados a participar no Concurso NETLABTV que identificará e premiará novas ideias e formatos de séries brasileiras com foco em TV por assinatura. Confira o Regulamento do Concurso e participe!

Link

Mesmo quem não participar no concurso pode consultar os vídeos educacionais disponíveis online sobre temas como dramaturgia ou o mercado de TV.

Estes artigos talvez lhe interessem

6 comentários

  • Moisés César Reis 15/06/2013   Deixe uma resposta a →

    Eu tenho uma dúvida muito importante: Considerando que em média com um episódio de total de 60 minutos de um seriado, excluindo os intervalos comerciais, teremos 45 minutos de seriado propriamente, eu fico pensando que se eu escrevesse 35 páginas com cenas ágeis de muitas ações e diálogos, seria o correto? Quantas páginas devo escrever por episódio?

    • Em regra geral aplica-se o mesmo raciocínio que num guião de cinema. Se usarmos o formato comum, para 45 minutos de tempo útil de episódio deveremos escrever à volta de 45 páginas de guião.

  • Daniel 24/06/2013   Deixe uma resposta a →

    O argumento para serie de tv seria como o que fazemos para o cinema, ou teria algum elemento específico? Não estou falando de sinopse, refiro-me ao argumento mesmo, onde a história é contada com mais detalhes, mas sem os diálogos.
    Obrigado!

    • Uma série de tv tem diferenças estruturais em relação a um filme, naturalmente, mas a forma de apresentar um argumento, nesse sentido que refere, é semelhante.

  • Vilson Antonio Coletti 30/06/2013   Deixe uma resposta a →

    João Nunes, falando de literatura. Li alguns livros de Saramago em que ele faz uso de vários clichês. Os clichês são aceitos pelas editoras somente quando escritos por autores consagrados? Sendo um novato, e num romance para o público Jovem Adulto, serão aceitos alguns clichês? O objetivo é dar leveza ao texto.

    • É natural que tenha encontrado alguns clichês nos livros de Saramago, como os encontrará em obras de todos os autores, consagrados ou não. Acredito que nenhum escritor, por mais que se esforce, conseguirá livrar-se de todos os clichês e lugares-comuns.
      Mas isso não quer dizer que não deva tentar evitá-los, independentemente do género ou público a quem se destina o seu livro. Os clichês são expressões que, de tanto usadas e repetidas, perderam alguma da sua expressividade. Abusar deles inevitavelmente fere o texto e retira-lhe força.
      Os únicos clichés “aceitáveis” são os que escaparam à revisão sem nos apercebermos da sua presença; se dermos conta deles temos obrigação de os substituir.

Deixe a sua opinião ou comentário: