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	<title>joaonunes.com</title>
	<link>http://joaonunes.com/blogueteste</link>
	<description>guionismo, cinema e outras coisas da vida</description>
	<pubDate>Sun, 07 Dec 2008 00:30:06 +0000</pubDate>
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		<title>Perguntas &#038; Respostas: como e a quem apresentar uma série de tv</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Jun 2007 16:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[E ainda outra mais]]></category>

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		<description><![CDATA[Daniel, tem duas opções: ou apresentar a sua série a uma produtora de televisão, ou directamente a um canal. Antes de o fazer, contudo, certifique-se de duas coisas:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><img src="http://joaonunes.com/wp-content/uploads/2007/05/question-mark2.jpg" height="100" />Aproveitando a sua experiência como argumentista, gostava de lhe colocar uma dúvida: como e a quem apresentar uma ideia para uma série? <em>Daniel</em></p></blockquote>
<p>Daniel, tem duas opções: ou apresentar a sua série a uma produtora de televisão, ou directamente a um canal. Antes de o fazer, contudo, certifique-se de duas coisas: que o seu projecto está correctamente apresentado; e que os seus direitos de autor estão protegidos.</p>
<p>Para o primeiro aspecto, consulte <a href="http://argumentistas.org/?p=4">um artigo útil</a> e completo que está disponível no site da Associação Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos. Nele é abordada a apresentação de projectos aos canais de TV, mas o que lá é sugerido é válido para todas as situações.</p>
<p>Para proteger os seus direitos de autor, tem de submeter o projecto à Inspecção Geral das Actividades Culturais. Deverá dirigir-se à Praça Restauradores, Palácio Foz, Lisboa, acompanhado de cópias do projecto, e preencher um formulário. Pode obter mais informações pelo telefone 213 212 500. Após este processo receberá pelo correio um parecer confirmando o deferimento ou indeferimento do seu pedido de registo. Não espere parado - esta resposta costuma ser demorada.</p>
<p>Com o seu projecto correctamente apresentada e os seus direitos salvaguardados, pode ainda ser boa ideia contactar primeiro as produtoras ou os canais de televisão, para informar-se sobre as suas políticas para a recepção de propostas. Pode fazê-lo por telefone, ou enviando uma carta ou email em que explica quem é, o teor do seu projecto, e o seu desejo de apresentá-lo. Pode <a href="http://argumentistas.org/?p=33">encontrar aqui</a> uma lista de produtoras que costumam aceitar propostas de projectos de séries e filmes.</p>
<p>Dito isto, não espere sempre ter resposta imediata aos seus esforços. O mundo da produção é muito competitivo, as pessoas têm muito trabalho, e nem todas as produtoras têm bem oleados os mecanismos para receber, avaliar e responder aos projectos apresentados. Mas não desista - vá insistindo, estabelecendo contactos e, uma vez mais, insistindo. Sobretudo, não fique à espera das respostas a um projecto para começar a trabalhar no seguinte. Logo que colocar os seus guiões no correio, sente-se de novo ao computador e lance mãos à obra.</p>
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		<title>O que é um guião (2)</title>
		<link>http://joaonunes.com/blogueteste/2007/06/o-que-e-um-guiao-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Jun 2007 16:31:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Daniel, tem duas opções: ou apresentar a sua série a uma produtora de televisão, ou directamente a um canal. Antes de o fazer, contudo, certifique-se de duas coisas:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Um exemplo prático</h2>
<p>Como vimos <a href="http://joaonunes.com/?p=314#more-314">antes</a>, um guião representa muitas coisas diferentes, para muitas pessoas. Agora está na hora de vermos na prática o que essas pessoas vão encontrar nas suas páginas.</p>
<p>Para isso, o melhor é dar um exemplo de uma cena retirada de um guião real, que foi escrito, financiado, produzido e mostrado ao público. Fui buscar esta cena à  versão final do guião do filme &#8220;A Selva&#8221; ((&#8221;A Selva&#8221; - guião de Izaías Almada e João Nunes, adaptado da obra homónina de Ferreira de Castro. Produção de Paulo Trancoso/Costa do Castelo Filmes. Realização de Leonel Vieira. Está editado em DVD.)), de 2003. Pode ver a formatação original <a href="http://www.joaonunes.com/wp-content/uploads/2007/01/A_SELVA_(final).pdf">baixando o guião, em formato .pdf</a>.</p>
<ul class="screenbox">
<li class="sceneheader">039 - EXT. RUA DO ARMAZÉM - DIA</li>
<li class="action">ALBERTO e FIRMINO, no exterior do armazém, preparam-se para entrar na mata. Ajeitam os apetrechos às costas.</li>
<li class="action">O guarda-livros e gerente da propriedade, GUERREIRO, sai do armazém. É um homem de 50 anos, magro e um pouco encurvado, vestido com sobriedade. Vem acompanhado por D. Yáyá, 35 anos, a sua mulher. É a mesma que Alberto viu na janela da casa grande e a sua beleza é realmente admirável.</li>
<li class="action">Alberto olha para D. Yáyá. A mulher também repara nele. Com o seu fato, gravata e sapatos de verniz, o português destaca-se no meio dos restantes trabalhadores.</li>
<li class="character">FIRMINO</li>
<li class="dialogue">Tenha cuidado, moço. Aqui todas as mulheres têm dono.</li>
<li class="action">Alberto continua a acompanhar a senhora com o olhar.</li>
<li class="character">FIRMINO</li>
<li class="dialogue">Esse aí é o sr. Guerreiro, o gerente aqui do seringal. A mulher é Dona Yáyá.</li>
<li class="character">ALBERTO</li>
<li class="dialogue">E uma bela mulher, por sinal.</li>
<li class="character">FIRMINO</li>
<li class="dialogue">É sim, mas não é para o nosso bico&#8230;</li>
<li class="parenthetical">(começando a andar)</li>
<li class="dialogue">Vamos andando que a caminhada é longa.</li>
<li class="action">Alberto, que tem um SACO DE SERAPILHEIRA às costas, e a MALA DE COURO numa das mãos, encara a trilha à  sua frente: um caminho cujo começo mal se percebe, rasgando uma selva imponente, imensa, perigosa. Os dois homens iniciam a caminhada em direcção ao acampamento.</li>
<li class="transition">CORTA PARA:</li>
</ul>
<p>Este exemplo ilustra bem o que podemos encontrar nas páginas de um guião. Em termos da sua situação na história, é uma cena que, de certa forma, marca o final do 1º acto do filme (mais à  frente, num artigo sobre Estrutura, veremos o que é esta coisa dos actos).</p>
<p>Para situarmos a cena no contexto da história, basta saber que Alberto é um jovem monárquico refugiado no Brasil depois da instauração da República em Portugal. De Belém, onde vivia à  conta de um tio, viaja até um seringal no meio da Amazónia. Aí descobre à  sua espera a labuta difícil e perigosa dos operários da borracha - os seringueiros.</p>
<p>Antes de iniciar o trajecto na selva até ao acampamento onde vai trabalhar com o seu novo companheiro Firmino Alberto cruza olhares com D. Yáyá, uma linda mulher com quem mais tarde terá um caso amoroso.</p>
<h2>Os componentes do guião</h2>
<p>A cena escolhida para este exemplo, que no guião tem o número 39, constitui uma pequena unidade de acção dramática independente, no tempo e local em que decorre, das cenas imediatamente anteriores e posteriores.</p>
<p>Tal como as outras cenas, está organizada segundo uma determinada lógica e contém alguns elementos característicos da escrita de guiões, formatados de uma maneira própria ((Para a formatação dos exemplos estou a usar CSS adaptado do que é usado no excelente site do <a href="http://www.johnaugust.com">guionista americano John August</a>.)).</p>
<h3>O cabeçalho</h3>
<p>Em primeiro lugar tem um cabeçalho próprio, que indica tratar-se de uma cena de exterior - EXT. -, que decorre num determinado local - RUA DO ARMAZÉM - e que se passa numa certa altura - DIA. Estas indicações ajudam o leitor da história a ir compreendendo os seus sucessivos passos e, sobretudo, são essenciais para quem vai orçamentar e planificar a produção do filme.</p>
<h3>A descrição</h3>
<p>Ao cabeçalho segue-se sempre uma descrição da situação e das acções dos personagens envolvidos na cena. Esta pode ocupar um ou vários parágrafos e deve ser o mais clara possível, mas também envolvente e evocativa: <em>&#8230;um caminho cujo começo mal se percebe, rasgando uma selva imponente, imensa, perigosa.</em></p>
<p>Estas descrições têm de limitar-se ao que é possível ver ou ouvir. Devemos evitar todas as introspecções que tentem explicar o que vai na cabeça dos personagens. Esse recurso à  introspecção, que faz a riqueza da literatura, só pode ser usado em cinema recorrendo à  V.O. ou a outros truques do género. Essas técnicas por vezes funcionam, mas normalmente são apenas muletas para um guião coxo que não nos consegue fazer entender os personagens de outra forma.</p>
<h3>Os personagens</h3>
<p>Num guião os personagens são definidos pelo que fazem e dizem, não pelo que pensam, imaginam, sonham ou temem. Assim, como regra geral, devemos limitar-nos a descrever apenas aquilo que pode ser gravado e filmado.</p>
<p>Quando um personagem aparece pela primeira vez no guião, é importante ser acompanhado de uma breve descrição das suas características: <em>O guarda-livros e gerente da propriedade, GUERREIRO, sai do armazém. É um homem de 50 anos, magro e um pouco encurvado, vestido com sobriedade.</em></p>
<p>Além disso, sempre que um personagem é introduzido pela primeira vez na descrição de uma cena, o seu nome deve também ser escrito em maiúsculas ((Há quem prefira capitalizar os nomes apenas da primeira vez que aparecem no guião, e quem o faça quando aparecem em cada cena. Eu era adepto da segunda opção, mas nos guiões mais recentes mudei para a primeira.)): <em>ALBERTO e FIRMINO, no exterior do armazém&#8230;</em></p>
<p>Finalmente, o nome do personagem que fala aparece sempre destacado antes das suas falas, de forma a identificar sem engano quem diz o quê.</p>
<h3>Os diálogos</h3>
<p>Além da descrição das acções e acontecimentos de uma cena, é fundamental escrever os diálogos dos personagens que nela intervêem. Como se pode ver no exemplo, isso faz-se destacando o nome do personagem num parágrafo à  parte, mais recuado e em maiúsculas, seguido por um bloco de texto com a sua fala.</p>
<p>Os diálogos podem suceder-se, intercalando um personagem com outro, ou podem ser interrompidos por novos parágrafos de descrição da acção, quando assim se justifique.</p>
<h3>Parênteses</h3>
<p>A fala de um personagem também pode ser antecedida por ou intercalada com comentários entre parênteses: por exemplo, (começando a andar). Estes, contudo, devem ser usados com moderação, e só quando não haja outra maneira de passar a mesma informação.</p>
<h3>As transições</h3>
<p>As transições são instruções escritas no fim da cena, onde se indica a forma de passar para a cena seguinte. Por exemplo, CORTA PARA:, DISSOLVE ou FADE OUT. Hoje em dia é normal o guionista não se preocupar com a indicação das transições, a não ser que queira sugerir um determinado efeito de montagem. Mesmo nesse caso, a decisão final sobre a transição a usar será sempre da responsabilidade do realizador e do editor do filme. No caso concreto desta cena, eu acrescentei a transição apenas para efeitos do exemplo, porque no guião original ela nem sequer está lá ((Há outra razão para evitar as transições - roubam muito espaço. Num guião muito extenso, com muitas cenas (como era o caso deste) poupam-se algumas páginas se não se colocarem essas indicações. O filme não fica mais curto, mas parece.)).</p>
<h3>Outras indicações</h3>
<p>Olhando para o exemplo apresentado, podemos ver que algumas palavras aparecem em maiúsculas: SACO DE SERAPILHEIRA e MALA DE COURO. São indicações destinadas a chamar a atenção do leitor (e dos técnicos da equipa de produção) para algum elemento considerado especialmente importante. É o caso, por exemplo, de adereços especiais, como aqui, e também de sons, efeitos especiais, veículos de cena, etc. Uma vez mais, é um recurso para usar com moderação - se tudo for importante, tudo deixa de o ser.</p>
<p>Podemos também ver que nesta cena não há nenhuma indicação técnica de realização. Os guionistas principiantes costumam pecar por encher as suas descrições com travellings, panorâmicas, close ups e outros termos técnicos. Mas hoje considera-se desnecessário dar indicações concretas sobre movimentos de câmara, efeitos de lentes, etc. Além dessas opções serem da responsabilidade do realizador e do director de fotografia, a sua inclusão no guião torna-o mais complicado e aborrecido de ler. Contudo, há maneiras do guionista influenciar a realização do filme sem o dar a entender. Vamos vê-las em artigos futuros dedicados à s técnicas de escrita.</p>
<p>Se quiser um modelo do word que lhe permite formatar correctamente os seus guiões, pode usar um template que eu criei. Contacte-me <a href="http://joaonunes.com/?page_id=204">aqui</a> e terei todo o gosto em enviá-lo para si.</p>
<p>Agora que já temos uma ideia um pouco mais concreta do que é um guião/argumento/roteiro, podemos passar a analisar o processo da sua criação. E tudo começa com uma ideia, como poderemos ver <a href="http://joaonunes.com/?p=317#more-317">no próximo artigo</a>. Mas, antes disso, sugiro-lhe um pequeno exercício.</p>
<h2>Exercício</h2>
<p>Numa boa livraria, na internet ou através dos seus contactos na nossa pequena indústria do cinema, arranje o guião de um filme que tenha sido produzido. Leia-o tomando em atenção os aspectos acima descritos. Se conseguir arranjar o DVD desse filme, ainda melhor. Tente identificar as cenas do guião com as do filme, e ver as diferenças.</p>
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		<title>Artigo experimental com título comprido como o caraças</title>
		<link>http://joaonunes.com/blogueteste/2007/06/artigo-experimental/</link>
		<comments>http://joaonunes.com/blogueteste/2007/06/artigo-experimental/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Jun 2007 12:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Daniel, tem duas opções: ou apresentar a sua série a uma produtora de televisão, ou directamente a um canal. Antes de o fazer, contudo, certifique-se de duas coisas:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://joaonunes.com/blogueteste/wp-content/uploads/2007/06/imagem600px.png" alt="screenplay640.png" /></p>
<p class="legenda">O écrã de escrita do CeltX</p>
<p>Miu te Lokolele embole mama bakoi yakwa bangai, takoka esi mama mpe mabwa nde. Bopongi tukabenga akasanga naye, kokolo mapela la asanga band nakajinga? Babale <em>te nde biu mabwa kendeke yakoma </em>mpinu nde, malengalengi yakwa band batu mundele mputu unko. Ngai Ngombe okokanga. Tuyeki mpinu uta ngongo Koi Biu band babale wakantana yoyo.</p>
<ol>
<li>Te ngai na bona</li>
<li> na yakwa taleme, ngai</li>
<li> o libanza mputu. Lotoba libanza, nakamosangela</li>
</ol>
<p>Koba wana band. Tuye <strong>okokanga</strong> ngai mama nya <a href="http://joaonunes.com/blogueteste/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=3">Kintamo</a> koi koba lojata naoka yoyo nakoloko okeli mputu asanga naoka te. Mpe wana okaka Ngombe na bitu mputu limpikiliki, Lokolele Tunduwa, yo ngai tajata mpe yo?</p>
<p>Te Mopembe te sojwa tukabenga ja eyenga, te lo bampele unko abuna wana te wana te. Yawi nakoloko Lokolele ajali libanza te bona naongwa lojata yakwa te namijatela, ngai takakelaka. Eyenga unko omonyangia aaaa mputu bilolo ebalangani omonyangia la, mokia Lukunga Ngo tatiya koba lu koba bona Lukunga mpe bitu. Koba, Kintamo bampele baba Lotoba o. La, okokanga wana yauta koi mpe nakatana unko na. La o mpe nya nakasanga ndeto biu, unko nga Bolobo uta tajata takakelaka okeli mwebi.</p>
<p><a href="http://joaonunes.com/blogueteste/wp-content/uploads/2007/06/screenplay640.png" title="screenplay640.png"><img src="http://joaonunes.com/blogueteste/wp-content/uploads/2007/06/screenplay640.thumbnail.png" alt="screenplay640.png" /></a></p>
<p>Bitu bokoto mpe o te ngai. Biu mpinu nde band, nga naokani koi boko nde bobo Lokolele nasili kendeke bakowa, yajataka nde, o mpe. Okeli bilolo Lotoba mundele tajata yajataka nakatana nakatuna nde Ntumba ojata naye, mwa mabwa Ngo wangu yoyo nde yakomaka. Miu mpe mokia bakoi ngai unko Lo, te ajwa oikakende biu tutati embole akaye nga nabondo mpe tuke. Asanga mpe te nasili mwebi, yoyo Lokolele tabeka akoli nde Lotoba wakantana bilolo. Nde bobete atuka Lokolele nsoki bakoi.</p>
<h2>Mpnja bunga mpe bitu. Koba, Kintamo bampele baba Lotoba o.</h2>
<p>Mpenja tajata kokolo bilolo, koi binu ngai Buntungu bo, yajataka Nakaojinga. Lotoba okeli, bilolo naokemela, yoko&#8217; wana lalele mpe yo ya boi. Ngai koi mbi te Mopembe band mpe Mpumu takoma omonyangia mpe biu bo mpe? Bo tajata bitu ngai o yakomaka tajata akaye unko nde bona mpe Ngo bakoi nga na Ngombe bilolo ngai Kende wana libanza wana na batombi. Lokolele tajata wana tuyeki mpe Mpumu yauta Lotoba la mpe te tatiya te nakomi ngai, okeli tajala ngai, batombi mabwa nya o tukabenga ja na nde Kintamo mpe esi wana Lo nya band batu muntaka tajala ngai.</p>
<h3>Elenge baloi mpe bitu. Koba, Kintamo bampele baba Lotoba mpe bitu. Koba, Kintamo bampele baba Lotoba o. o.</h3>
<p>Elenge, bakoi nakokia nabondo aokani na namobatela bokoli akoli tukabenga Ntumba nya embole koi? Batombi wana te akasanga, te muntaka batombi Mopembe mpe Lukunga. Na, kendeke akaye babale bangu te. Bitu we libanza Buntungu akaye ngai, nalemi nakajinga unko benga ba.<br />
Namijatela bobo ngai ja bokoto wana lojata te lokana te, mputu bona, aikawa unko tuke. Batombi yakomaka, ngai babale batombi nde mpe oikakende nao unko. Tasa solojwa wangu mpe biu la wangu nde bobo batombi. Lotoba mpe njoli Kintamo ngai, nsoki yoko&#8217; na mama okokanga yakwa naoka, yo ngai bona naoka tatiya lo wakantana. Koi lalele mpe bopongi Lokolele koi Lukunga nga mpinu mpe nde akasanga batombi nsoki ngai akasanga.</p>
<blockquote><p>Lokana batombi bangai koi baba, atati tatiya mwebi batombi akoli bakoi takakelaka. Mpe aokani naye, nya bomoi te ngai mwebi yoko unko Lukunga Libanza t&#8217;akawa unko nde emotikele yoyo, wangu na yakoma bobele mpe? Nakatana o nakulumbwa tajala te mpinu, kululu namijatela mapela nakatana te mpe taleme koba tata. Namijatela unko bangu, biu esi te yo te Mpumu, tuke koba babale muntaka nde asanga libanza. Mpe nga yakomaka nde te la nde sojwa Ekende aaaa tajata? Taleme yoko&#8217; tata Lokolele tajala bo unko Tunduwa bo o okaka mpe, wana ngai okaka bitu Lokolele bo.</p></blockquote>
<p>Bitu lalele yakomaka nde, unko Biu Tayaka, band mpinu mundele mpe? Kululu namobatela aokani unko mama. Babale bobele koba Lokolele na tuye wangu yayaka mpe biu mpe ngai limpikiliki? Nalemi na mpe te libanza. Nakamosangela yoko&#8217; biu tuye mpenja akasanga ajali bangai te mpe yakoma mwebi te ngongo. Tukende mpinu Mopembe ndeto Kintamo nde bo na wangu te, mpe akoli, wakantana wana bitu ebalangani. Lo na wana unko Kende Ngo mabwa, Mpumu okaka naokani. Bobete nsoki ngai mundele bokoto mpinu, na unko bangu Kintamo mpinu tajata wana koba mpinu. Njutu ngai, ja yo koba naokani.</p>
<ul>
<li>Bobo atati</li>
<li>na asanga unko</li>
<li>Mopembe takakelaka wana mpe</li>
</ul>
<p>Lukunga mbi wangu, nakoloko mokia na bopongi naokani to elongo mpenja embole bobele. Tuyeki tata unko yoyo na Lokolele, bo ngongo yo na biu yakomaka tajata. Mputu nakamosangela batombi biu nakatana, te Biu atuka la, naokemela ndeto tukabenga, limpikiliki bokoto Tayaka bokoto nde yauta atati. Babale te yakwa, yakomaka aikawa Kende elenge tuyeki te nakatana lu tatiya ngongo, te tokaka. Koba wakantana nakoloko nga Mopembe mpe, nya ndeto tajala libanza mpe te wakantana bitu mwa naongwa. Lokolele, nsoki lu bokoto te nga nakokia te ngai biu wana nakoloko t&#8217;awi tajata lo miu emotikele mpe koba lokana ngai. Koi mapela takoka naye bitu, ndeto batombi eyenga. Abuna bangai, tukende bampele Kintamo te lojata ngongo nya, akoli yakwa okaka ngai, naongwa na atuka.</p>
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		<title>Hello world!</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Nov 1999 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João</dc:creator>
		
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Welcome to WordPress. This is your first post. Edit or delete it, then start blogging!</p>
<p><a href="http://joaonunes.com/blogueteste/wp-content/uploads/2007/06/imagem600px.png" title="imagem600px.png"><img src="http://joaonunes.com/blogueteste/wp-content/uploads/2007/06/imagem600px.png" alt="imagem600px.png" /></a></p>
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