
Neste artigo analisamos os desafios próprios da escrita do 2º ato de um filme de modelo tradicional.
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Neste artigo analisamos os desafios próprios da escrita do 2º ato de um filme de modelo tradicional.

Neste artigo e nos próximos dois vamos analisar, passo a passo, quais os principais desafios com que um guionista se depara na escrita de cada um dos três atos que compõem um guião de estrutura dita “clássica”: Exposição, Complicação e Resolução.

A maior parte dos guionistas não começa a escrever um guião a partir do zero. Loglines, sinopses, tratamentos e outlines, ou escaletas, são as ferramentas que usa nesse processo. Descubra-as aqui.

O guionista tem à sua disposição um grande número de ferramentas dramáticas que lhe permitem fazer a gestão da informação, à medida das suas necessidades. É sobre elas que falo neste novo artigo do curso de guião.

Gerir o fluxo de informação de uma estória é, talvez, a mais importante tarefa de um guionista. Neste artigo do Curso analiso esse tema.

Neste novo artigo do Curso de Guião vemos como descobrir as caraterísticas que definem os nossos personagens.

Em mais um artigo do Curso de Guião descrevo o mecanismo de progressão dramática que faz funcionar as estórias construídas segundo o modelo clássico de narrativa.

Estrutura. O conceito não é fácil de explicar, pois está muito intimamente relacionado com o enredo. Mas neste novo artigo do Curso Rápido de Guião vou fazer uma tentativa.

Seleccionar e organizar os acontecimentos que compõem um enredo, de uma forma económica e atractiva, é uma das principais tarefas do guionista. É sobre ela que nos vamos debruçar neste artigo.

Um bom filme coloca no início uma questão dramática forte que o espectador vai querer ver respondida antes do final. Mas o que vem a seguir?

Entre a primeira versão de uma ideia, que está apenas na nossa cabeça, e a sua versão final escrita na forma de guião, uma estória pode ser materializada de várias formas, progressivamente mais complexas. Neste artigo descrevo a primeira delas, a logline.

O Curso Rápido de Guião regressa com mais um artigo. Depois de encontrar a ideia certa para o guião que queremos escrever, chega a altura de começar a dar-lhe forma. Para isso temos de descobrir qual a questão dramática da nossa estória, e que elementos a compõem.

Continuamos neste artigo a ver como os guionistas podem arranjar inspiração para as suas obras. Desta vez exploramos a tradição e as adaptações de outras obras.

As ideias são o ganha-pão de um guionista. Ajudar a encontrá-las é o objectivo deste quinto artigo do “Curso de Guionismo”.
In the dizzying world of movie making, we must not be distracted from one fundamental concept: the idea is king. – Jeffrey Katzenberg
Um guião começa sempre com uma ideia. Esta pode surgir das formas mais variadas: uma linha de diálogo que ouvimos, um personagem curioso que imaginamos, uma notícia que lemos ou uma situação que nos parece interessante. Mas é fundamental que essa ideia exista, e seja adequada para o meio para o qual estamos a escrever.
Está na hora de vermos na prática o que vamos encontrar nas páginas de um guião.
Há quem lhe chame guião e quem prefira argumento; antigamente, era frequente distinguir o argumento dos diálogos; no Brasil fala-se em roteiro. No meio disto tudo, do que é que estamos exactamente a falar?