
Filipe Melo, o talentoso músico e argumentista premiado no Festival de BD da Amadora deste ano, acedeu a dar-me uma entrevista sobre os seus métodos de trabalho. Leitura obrigatória, se me permitem.
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Filipe Melo, o talentoso músico e argumentista premiado no Festival de BD da Amadora deste ano, acedeu a dar-me uma entrevista sobre os seus métodos de trabalho. Leitura obrigatória, se me permitem.

O Jornal I de 26 de outubro traz um interessante entrevista com o escritor Gonçalo M. Tavares a propósito do seu novo livro Uma viagem à Índia. Entre outras coisas o autor fala-nos dos seus métodos de trabalho.

O site Slashfilm publicou recentemente um artigo com um facsimile de uma folha de notas atribuída a J.K. Rowling, a autora da série Harry Potter.

O site do London Screenwriter’s Festival fez uma extensa entrevista ao guru Chris Vogler sobre a “viagem do herói”, que merece audição atenta.

Uma leitora apresenta uma dúvida de escrita invulgar: como descrever uma cena em que as imagens andam em reverso, recuando no tempo.

A maior parte dos guionistas não começa a escrever um guião a partir do zero. Loglines, sinopses, tratamentos e outlines, ou escaletas, são as ferramentas que usa nesse processo. Descubra-as aqui.
Caro João, estou no meu primeiro guião, mas enquanto o faço imagino já quem gostaria que fossem os actores. Os guionistas podem dar sugestões sobre o elenco do filme? Já agora: quem escolhe os actores para os filmes, o realizador?

O guionista tem à sua disposição um grande número de ferramentas dramáticas que lhe permitem fazer a gestão da informação, à medida das suas necessidades. É sobre elas que falo neste novo artigo do curso de guião.

Um pequeno excerto de uma entrevista de Martin Scorcese em que o realizador tenta explicar como diferencia os conceitos de “enredo” e “estória”.

Um leitor quer saber se em Portugal é habitual escrever guiões de televisão “especulativos” baseados em séries já existentes.

Há alguma maneira de saber se já alguém escreveu um argumento igual ao que estamos a escrever? Não — nem interessa. Descubra porquê.

Uma leitora quer saber como se escreve uma carta de apresentação de um guião, de forma a atrair a atenção de produtoras e realizadores.

José Pinto Carneiro é o atual coordenador dos “Morangos com Açúcar”. Nesta entrevista ele explica como é o dia a dia de quem escreve para uma telenovela de sucesso em Portugal.

“A escrita será sempre a parte mais barata mas mais difícil do processo. Fazer um filme de baixo orçamento é um estudo sobre compromissos. A estória não devia ser um deles.” — John August