
Qual a diferença entre insert e flashback. E entre pêras e laranjas?
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Onde tento esclarecer uma dúvida sobre como escrever uma combinação complexa de telefonemas com ações paralelas.

Neste artigo explico em que casos é que um argumentista pode escrever argumentos usando personagens já existentes em obras anteriores e conhecidas.

Uma leitora quer saber como se devem escrever as cenas num argumento de forma a não identificar que se passam em tempos diferentes.

Uma questão interessante: até que ponto vale a pena tirar um curso de cinema? A resposta inclui a lista das 25 melhores escolas de cinema do mundo.
O meu roteiro começa com uma cena que será a última, e a partir desta cena começa a estória. Devo começar a escrever o roteiro com a cena final, ou escrevo a estória na sequência normal e na montagem é que se muda isso? – Anderson
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Conhece algum documentário sobre a profissão de roteirista (guionista), seus processos criativos, de pesquisa, etc? Tem conhecimento sobre algum filme nesse sentido, na América ou mesmo na Europa? Estórias sobre contadores de estórias? — Aloysio

Estava a ler um guião e encontrei certas indicações, como “more” e “cont’d”. Consegui perceber que “cont’d” significa “continuação”. Porém não consegui entender de que forma, ou melhor, quando é que se devem usar essas indicações. — Patrícia

“Estou a escrever uma série de televisão. Tenho-me debatido com o nome da personagem principal. Quero fazer algo memorável, e que o seu nome seja imediatamente associado ao meu trabalho (algo como Mulder, House, Sherlock Holmes…), portanto: como nomeamos um personagem? — Ivo”