A exposição é uma tarefa muito exigente. É algo que tentamos incutir nas relações entre personagens.

“A exposição é uma tarefa muito exigente. É algo que tentamos incutir nas relações entre personagens. Não queremos que numa cena as personagens passem informação passivamente, porque também não queremos o público a receber passivamente informação. Queremos que o público esteja envolvido na acção.” — Christopher Nolan, acerca da escrita da exposição e dos seus mecanismos em A Origem

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Quando alguém nos contrata para escrever um guião…

“Quando alguém nos contrata para escrever um guião está a fazer-nos um elogio de proporções inimagináveis. Estão a pagar-nos para colocar marcas pretas numa folha de papel. Estão a dizer-nos, “Aqui tens um monte de dinheiro… agora conta-nos uma estória”. Se conseguirem encontrar algo mais extraordinário do que isto, por favor digam-me”.– J. Michael Strackzynski, “Why I Write”, Creative Screenwriting Novembro/Dezembro 2009

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Vivemos de acordo com as ficções em que acreditamos

“Vivemos de acordo com as ficções em que acreditamos. Quanto mais rica for a produção de mitos, heróis e personagens de um país, mais rico é esse país. Seria interessante, por um lado, [produzir] informaçao diversificada, viva, polémica, a várias vozes, e,por outro, ter conteúdos de programação, produzidos nacionalmente, que falem do nosso património, fazer mais documentários, mais filmes, mais séries, e não se reduzir tudo na telenovela. Isso era óptimo para enriquecer a imaginação e a memória dos portugueses.” –Nuno Artur Silva, in Pública, 18 de abril de 2010

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