Curso

Um mito cien­tí­fico diz que, dado o tempo sufi­ci­ente, um chim­panzé que teclasse ale­a­to­ri­a­mente e sem parar con­se­gui­ria, um dia, escre­ver um guião completo.

Como nós não somos chim­pan­zés, e não temos a eter­ni­dade para escre­ver, estou a reu­nir aqui alguns arti­gos que for­mam um curso intro­du­tó­rio de guionismo.

O obje­tivo é sim­ples: dar a todos os lei­to­res do blo­gue as noções bási­cas neces­sá­rias para enten­der e come­çar a pra­ti­car a arte e a téc­nica da escrita de um guião de cinema.

A maior parte das noções aqui apre­sen­ta­das são igual­mente váli­das para a escrita de tele­vi­são e, até, para a nar­ra­tiva de fic­ção em geral.

Espero que estes arti­gos, que não têm pre­ten­sões de ser defi­ni­ti­vos nem com­ple­tos, sejam mesmo assim úteis.

Boas lei­tu­ras — e boas escritas.

Estes são os pri­mei­ros 16 arti­gos do “Curso de guião:

  1. 20/​11/​2006: Curso rápido: como escre­ver para cinema e tv
  2. 20/​11/​2006: Curso rápido: O que é um guião?
  3. 21/​11/​2006: Curso rápido: O que é um guião (2)
  4. 21/​11/​2006: Curso rápido: Ideias procuram-​​se
  5. 16/​09/​2007: Curso rápido: Encon­trar a ideia
  6. 27/​10/​2007: Curso rápido: Encon­trar a ideia (2)
  7. 23/​04/​2008: Curso rápido: dar forma à ideia
  8. 04/​05/​2008: Curso rápido: dar forma à ideia — loglines
  9. 26/​05/​2008: Curso rápido: con­fli­tos e surpresas
  10. 11/​09/​2008: Curso rápido: o enredo
  11. 16/​10/​2008: Curso rápido: estru­tu­rar a ideia
  12. 06/​11/​2008: Curso rápido: o protagonista
  13. 08/​03/​2009: Curso rápido: os outros personagens
  14. 02/​06/​2009: Curso rápido: as rela­ções dos personagens
  15. 03/​08/​2009: Curso rápido: o meca­nismo de pro­gres­são dramática
  16. 08/​12/​2009: Curso rápido: criar um personagem

Fal­tam ainda os seguin­tes:

  1. Os per­so­na­gens (5)
  2. Da story­line à escaleta
  3. Escre­ver o 1º acto
  4. Escre­ver o 2º acto
  5. Escre­ver o 3º acto
  6. Escre­ver cenas e sequências
  7. Escre­ver diálogos
  8. Estru­tu­ras alter­na­ti­vas (1)
  9. Estru­tu­ras alter­na­ti­vas (2)

Não se esqueça de pas­sar por aqui regu­lar­mente para ler os pró­xi­mos artigos.