A Lu chegou ontem. Depois de mais de um mês longe um do outro, revimo-nos com a alegria que seria de esperar. Ela, cansadíssima da longa viagem, da longuíssima fila dos serviíos de fronteiras, das chatas burocracias da chegada; eu, irritado com um polícia que quis extorquir-me dinheiro aproveitando uma legislaíão recente (que eu nem conhecia) que proíbe as películas de escurecimento nos vidros dos carros. Apesar disso, quando os nossos olhares se encontraram, tudo voltou a ficar bem de novo. É bom estar casado; e apaixonado, melhor ainda.
Os meus tuítes
- De como um problema de backup quase apagou o Toy Story 2 por inteiro: http://t.co/7gJr8T9K 27 mins ago
- Quando o art director acha que o copy tem a vida fácil - e outras vinhetas da vida de um publicitário http://t.co/QjXvmdqH 1 hr ago
- Como e porquê se convertem os filmes 2D em 3D? (Nota: artigo técnico e em inglês) http://t.co/x9fadJYw 4 hrs ago
- Artigos desta semana no blogue de João Nunes: escrita, cinema e outras coisas da vida - http://t.co/GAmVkGsp 6 days ago
- Documentário com Martin Scorsese sobre a história do cinema americano está disponível no YouTube: http://t.co/ARz8JhTX 1 week ago
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Taliban
A Lu trouxe com ela fotografias recentes dos meus filhos. Numa delas o Tomás está com aquele olhar malandro que o caracteriza, e a cabeía enrolada numa gaze. Partiu-a na escola, em circunstâncias mal esclarecidas, e teve de levar três pontos. O Frederico, com aquela simpatia tão característica entre irmãos, alcunhou-o logo de “taliban”. Mas tudo bem — é o meu talibanzinho querido.
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