Quem sou
Bem vindo
O meu nome é João Nunes (como já deve ter percebido) e sou um autor e guionista português.
Conto com mais de 2000 minutos de ficção audiovisual produzida, incluindo 5 longas metragens, 5 telefilmes, 10 curtas metragens, e dezenas de episódios de séries de televisão.
Recentemente realizei a minha primeira curta-metragem, “O Presente”.
Sou autor associado das Produções Fictícias e exerço atualmente as funções de presidente da APAD — Associação Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos.
Mantenho este blogue sobre escrita audiovisual e outros temas que me interessam desde 2005.
Status
Actualmente
- ESTOU A TRABALHAR no guião de um filme de animação chamado “A guerra das bandas” e no novo canal Q
- ESTOU A LER “2666″ de Roberto Bolano
- ESTOU A OUVIR “David Bowie — A Reality Tour”
- ESTOU A APRENDER a ser feliz
- ESTOU A CURTIR o meu Magic Mouse
- ESTOU À ESPERA de ir a Londres
- Atualizado em: 26 de Fevereiro de 2010
Trabalhos
Cinema
- “O Cônsul de Bordéus” - Longa metragem, Take 2000
- “Assalto ao Santa Maria” - Longa metragem, Take 2000
- “Julgamento” - Longa metragem, Stopline Films
- “Tiro no Escuro” - Longa metragem, MGN
- “A Selva” — Longa metragem, Costa do Castelo
Televisão
- “O Dez” — Série de curtas metragens, RTP
- “Conexão” — 2 Telefilmes, SIC
- “Liberdade 21″ — Série, vários episódios, RTP
- “29 Golpes” — Telefilme, RTP
- “Inspector Max” — Série, vários episódios, TVI
- “Espírito da Lei” — Série, vários episódios, SIC
- “Amor Perdido” — Telefilme, SIC
- “Mustang” — Telefilme, SIC
Realização
- “O Dez” — Curta metragem, segmento “O Presente”, RTP
Teatro
- “Animais de Palco”
- “Era uma vez… jazz”
- “Quem matou o Jazz?”
Bio
Nasci em Angola em 1961 mas mudei-me para Portugal com 2 anos. Sou casado, e tenho dois filhos. Estudei economia, pintura e design. Com um percurso desses, obviamente, não consegui terminar nenhum curso.
Por sorte comecei aos 18 anos a trabalhar em publicidade, profissão na qual me safei razoavelmente. Estreei-me como copy júnior na Sistema, passei pela direção criativa na JWT e segui daí para sócio da Euro RSCG, onde estive quase dez anos.
Em 1998 resolvi experimentar outras escritas e lancei-me no guionismo. Escrevi os telefilmes “Mustang” e “29 Golpes”, e fui coautor do telefilme “Amor Perdido” e das longas metragens “A Selva”, “Tiro no Escuro”, “O Julgamento”, “Assalto ao Santa Maria” e “O Cônsul de Bordéus”, já produzidas.
Recentemente terminei os guiões das longas metragens “Mindelo” e “Terra do Bravo”,os telefilmes “Conexão”, “Mata Sete” e “Projecto M”, e as curtas metragens do projecto “O Dez”. Tenho também à minha conta vários episódios da série da SIC “O Espírito da Lei”, da série da TVI “Inspector Max” e da série “Liberdade 21″ da RTP, assim como peças de teatro, curtas metragens e alguns guiões não produzidos, entre muitas outras coisas de pouca monta.
No total são mais de dois mil minutos de ficção audiovisual produzida a partir dos meus guiões.
Em 2005 e 2006 vivi em Angola, onde fui diretor criativo na agência de publicidade Executive Center, e continuei a escrever guiões para cinema e televisão, como autor associado das Produções Fictícias.
Regressado a Portugal voltei à minha posição como associado das Produções Fictícias, empresa que me representa e agencia.
Recentemente estreei-me na realização de ficção com a curta metragem “O Presente”, o que abriu uma nova linha de atividade, para juntar a outras que vou mantendo em paralelo, como este blogue.
Desde há vários anos sou também associado da Associação Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos, ocupando neste momento a presidência da sua direcção.
Gosto de cinema, evidentemente, mas também de literatura, fotografia, arte (especialmente moderna e contemporânea), futebol e do meu Mac.
Adoro cozinhar para os amigos e viajar com a família. E também de viajar com os amigos e cozinhar para a família.
Sou católico, com poucas ligações à igreja; conservador, sem cartão partidário; e benfiquista, sem lugar cativo.
Sou europeista, iberista, tropicalista e sempre otimista.
Para quem isso interesse, sou sagitário, búfalo e fogo.
Acredito que há vida inteligente noutros planetas; e, em certas ocasiões, chego a acreditar que também a haja neste.
Por RSS
Por
Twitter
Por E-mail

