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Compre o Correio da Manhã e ganhe "O Julgamento"

Outubro 1, 2008

Perdoem-​​me a auto­pro­mo­ção des­ca­rada, mas pro­meto que vale a pena. Para ganhar o DVD de “O Jul­ga­mento”, filme de que já dis­po­ni­bi­li­zei o guião neste site, basta com­prar o Cor­reio da Manhã nos dias 1112 de Outubro.

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Uma cara nova para o blogue

Abril 14, 2008

A par­tir de hoje o blo­gue estreia duas novi­da­des: uma cara nova, em jeito de maga­zine; e a ade­são ao acordo orto­grá­fico de 1990. Quanto à pri­meira, o resul­tado está à vista. Em rela­ção ao acordo, mais vale come­çar já a habituar-​​me.

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Esta quarta-feira vou fazer greve

Novembro 27, 2007

A APAD desa­fiou os gui­o­nis­tas por­tu­gue­ses para uma greve sim­bó­lica. E eu aceitei.

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Se não viu "O Julgamento" leia o guião

Novembro 22, 2007

Resolvi dis­po­ni­bi­li­zar aos inte­res­sa­dos o guião do filme “O Jul­ga­mento”. Podem baixá-​​lo a par­tir daqui.

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Guionistas europeus apoiam colegas americanos

Novembro 8, 2007

Na sequên­cia da greve de argu­men­tis­tas que neste momento está em curso nos Esta­dos Uni­dos, a Fede­ra­ção de Argu­men­tis­tas da Europa emi­tiu um comu­ni­cado de imprensa solidarizando-​​se com a luta e objec­ti­vos dos cole­gas americanos.

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E se os argumentistas portugueses também fizessem greve?

Novembro 2, 2007

A PF​.tv pediu-​​me um depoi­mento sobre uma hipo­té­tica greve de gui­o­nis­tas por­tu­gue­ses. Isto foi o melhor que eu con­se­gui arranjar.

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Depoimento: Nuno Duarte e a escrita de "O Turno da Noite"

Setembro 23, 2007

No pri­meiro de uma série de depoi­men­tos o gui­o­nista Nuno Duarte escreve sobre o pro­cesso de cri­a­ção da série de ani­ma­ção “O Turno da Noite”.

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Perguntas & Respostas: Percentagem nas bilheteiras

Agosto 25, 2007

Como cal­cu­lar uma per­cen­ta­gem sobre as ven­das na nego­ci­a­ção de um con­trato de venda de um guião.

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Palestra em S. Paulo

Julho 21, 2007

Durante a minha esta­dia em S. Paulo, e na sequên­cia de uma reu­nião com New­ton Can­nito, vice-​​presidente da Asso­ci­a­ção de Rotei­ris­tas, fui con­vi­dado a fazer uma pequena pales­tra numa escola de escrita, a Gafanhoto.

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Hilariante

Julho 2, 2007

Eu não gosto do Will Fer­rell, mas admito que só o conheço de dois ou três fil­mes razo­a­vel­mente idi­o­tas. No entanto estes dois vídeos, The Lan­dlordGood cop, baby cop, podem fazer-​​​​me recon­si­de­rar essa opi­nião. Dizem-​​​​me que a longa metra­gem Stran­ger than Fic­tion tam­bém teria esse efeito — vou ten­tar ver em dvd. 

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Curso rápido: O que é um guião (2)

Novembro 21, 2006

Um exemplo prático

Como vimos antes, um guião repre­senta mui­tas coi­sas dife­ren­tes, para mui­tas pes­soas. Agora está na hora de ver­mos na prá­tica o que essas pes­soas vão encon­trar nas suas páginas.

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Estreia da treta

Outubro 17, 2006

O “Filme da Treta” estreou no último fim de semana. Segundo fonte da dis­tri­bui­dora LNK, citada pelo Público de hoje, foi a melhor estreia de sem­pre de um filme por­tu­guês, com mais de 50.000 espec­ta­do­res nos pri­mei­ros dias. filmedatreta.jpg São boas notí­cias para o cinema por­tu­guês de voca­ção mais comer­cial (e se há cinema “inde­pen­dente” em Por­tu­gal, é esse…). Depois do sucesso do “Crime do Padre Amaro”, que não vi nas salas mas vou ver agora em DVD, parece que o grande público se está a recon­ci­liar pouco a pouco com o cinema naci­o­nal de entre­te­ni­mento. Quando ainda estava em Angola tive o pra­zer de ler o guião e rir com as aven­tu­ras absur­das e os diá­lo­gos deli­ran­tes do Tony e do Zezé. Aqui che­gado, cola­bo­rei na cri­a­ção e mon­ta­gem de um novo trai­ler de cinema para o filme, a pedido dos pro­du­to­res, o Leo­nel Vieira e o Pedro Cama­cho. Já vi o filme duas vezes, na ante-​​​​estreia pública no Opti­mus Open Air, e na ante-​​​​estreia ofi­cial, no cinema S. Jorge, e ape­sar de lhe reco­nhe­cer algu­mas fra­gi­li­da­des, per­cebo o que é que está a atrair o público. É uma coisa muito sim­ples: o “Filme da Treta” é uma comé­dia por­tu­guesa con­tem­po­râ­nea que, espantem-​​​​se, con­se­gue ter graça. É sim­ples mas não é fácil. Aos dois pro­du­to­res, e a toda a equipa, com espe­cial des­ta­que para os gui­o­nis­tas Filipe Homem Fon­seca e Edu­ardo Madeira, o rea­li­za­dor José Sacra­mento, os fabu­lo­sos acto­res de comé­dia que são José Pedro Gomes e Antó­nio Feio, e a minha madri­nha Patrí­cia Vas­con­ce­los (res­pon­sá­vel pelo cas­ting), um abraço de para­béns. E votos de que o boca-​​​​a-​​​​boca fun­ci­one e faça deste filme um sucesso que não seja “da treta”.

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Como sobreviver em Angola

Agosto 17, 2006

Nota pré­via: este artigo foi escrito em Agosto de 2006 e, como tal, está pro­va­vel­mente desac­tu­a­li­zado. Infe­liz­mente, dado que já não estou a viver em Angola nem lá fui recen­te­mente, não posso cor­ri­gir as infor­ma­ções even­tu­al­mente ultra­pas­sa­das. Deixo-​​​​o, con­tudo, na espe­rança de que ape­sar disso ainda possa ser útil a alguém.

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Sideways

Janeiro 28, 2006

Graías ao meu novo e fabu­loso clube de ví­deo, con­se­gui final­mente ver um filme que até aqui me tinha esca­pado: “Sideways”, escrito por Ale­xan­der Payne e Jim Tay­lor.
O filme é uma pequena jóia rara, daque­las que se reco­men­dam aos ami­gos mais pró­xi­mos, e vai entrar na minha cole­cíão de DVDs logo que eu con­siga entrar numa Fnac.
Dois ami­gos de facul­dade, qua­ren­tões e falha­dos, fazem uma via­gem de uma semana pela lindí­ssima região dos vinhos da Cali­fór­nia. Miles quer pro­por­ci­o­nar a Jack uma longa, tran­quila, culta e sofis­ti­cada des­pe­dida de sol­teiro, entre degus­taíões de colhei­tas espe­ci­ais e cal­mas par­ti­das de golfe. Jack só quer dar umas que­cas antes de subir ao altar.
Ape­sar dessa pre­missa sim­ples, e das lon­gas con­ver­sas sobre tani­nos, cas­tas, reser­vas e téc­ni­cas de pro­duíão viní­cola, “Sideways”” con­se­gue agarrar-​​​​nos do princí­pio ao fim. É um case study para qual­quer curso de gui­o­nismo, com a sua estru­tura per­feita, vol­tas e revi­ra­vol­tas, impe­cá­vel noíão de ritmo, e um par de protagonistas/​​antagonistas inesquecí­veis. Miles e Jack, ape­sar de ami­gos (e este é tam­bém um filme sobre a ami­zade mas­cu­lina) estão em cam­pos opos­tos desde o minuto zero. Cada um deles atravessa-​​​​se no cami­nho do outro, impedindo-​​​​o de con­se­guir o que mais deseja. E isso, como todos sabe­mos, é a raiz de qual­quer grande his­tó­ria.
Algu­mas cenas são irrepreensí­veis de inte­li­gên­cia, como aquela em que Miles explica apai­xo­na­da­mente as razões que o levam a pre­fe­rir a casta Pinot Noir — sub­ti­leza, sen­si­bi­li­dade, “fei­tio” difí­cil — e nós per­ce­be­mos que é de si mesmo que está a falar. Outras são gran­des momen­tos de comé­dia fí­sica, como o aci­dente auto­mó­vel que Jack pro­voca, ou a incur­são de Miles de gatas pela casa de um marido enga­nado.
Aquela velha ques­tão de como é possí­vel tor­cer por per­so­na­gens cheios de fra­que­zas e defei­tos tem em “Sideways” uma res­posta sublime. Miles é capaz de rou­bar dinheiro í  mãe velhota, na vés­pera do ani­ver­sá­rio dela; Jack engana a noiva a torto e a direito, e no cami­nho mente í  namo­rada que arran­jou na via­gem. Pois mesmo assim nós que­re­mos que as coi­sas lhes cor­ram bem e que, por algum mila­gre, os dois encon­trem um pouco da feli­ci­dade que lhes tem esca­pado, quem sabe até a rede­níão dos seus peca­dos. Os auto­res fazem o favor de nos con­ce­der esse desejo, mas não da forma óbvia que nós esperarí­amos.
Li algu­res que “Sideways” teve o con­dão de aumen­tar astro­no­mi­ca­mente as ven­das de Pinot Noir nos EUA. A mim fez-​​​​me lem­brar que já não escrevo nada de sério desde Novem­bro. E se um filme me con­se­gue empur­rar para o teclado, acho que só posso agra­de­cer aos autores.

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Fim de Semana

Junho 5, 2005

Este fim de semana foi bem ocu­pado. Fiz dois pas­seios í  ilha de Luanda, e uma visita ao ter­reno do E., nos “qui­ló­me­tros”, que está a ser capi­nado; assisti a dois jogos de apu­ra­mento para o Mun­dial 2006, com vitó­rias de Por­tu­gal sobre a Eslo­vá­quia e de Angola sobre a Tuní­sia; pre­pa­rei um jan­tar de pica­nha no forno para alguns ami­gos; vi três dvd’s de anún­cios, em pre­pa­raíão do spot que vou rea­li­zar esta semana; e ainda me sobrou tempo para escre­ver um ví­deo ins­ti­tu­ci­o­nal, para um cli­ente da agên­cia, e a sinopse de uma curta-​​​​metragem, para mim. Foram 48 horas, mas pare­ce­ram durar o dobro. O pior é que, com as sau­da­des que já sinto de toda a gente, não sei se isso é bom ou mau…

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Mercado Informal

Fevereiro 1, 2005

O mer­cado infor­mal, como a Lu lhe chama, é um dos prin­ci­pais moto­res do comér­cio local.

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