
O guionista tem à sua disposição um grande número de ferramentas dramáticas que lhe permitem fazer a gestão da informação, à medida das suas necessidades. É sobre elas que falo neste novo artigo do curso de guião.
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O guionista tem à sua disposição um grande número de ferramentas dramáticas que lhe permitem fazer a gestão da informação, à medida das suas necessidades. É sobre elas que falo neste novo artigo do curso de guião.

Um pequeno excerto de uma entrevista de Martin Scorcese em que o realizador tenta explicar como diferencia os conceitos de “enredo” e “estória”.

Um leitor quer saber se em Portugal é habitual escrever guiões de televisão “especulativos” baseados em séries já existentes.

Há alguma maneira de saber se já alguém escreveu um argumento igual ao que estamos a escrever? Não — nem interessa. Descubra porquê.

Uma leitora quer saber como se escreve uma carta de apresentação de um guião, de forma a atrair a atenção de produtoras e realizadores.

Em linguagem de guionista, um McGuffin é um elemento material qualquer que se introduz numa estória como justificação para pôr a acção a correr. Mas nada melhor do que ouvir a explicação pelas palavras do mestre Hitchcok.

José Pinto Carneiro é o atual coordenador dos “Morangos com Açúcar”. Nesta entrevista ele explica como é o dia a dia de quem escreve para uma telenovela de sucesso em Portugal.

“A escrita será sempre a parte mais barata mas mais difícil do processo. Fazer um filme de baixo orçamento é um estudo sobre compromissos. A estória não devia ser um deles.” — John August
Mas este tipo anda a espiar-me, ou quê?

Rui Vilhena é um dos guionistas de televisão mais conhecidos e bem sucedidos em Portugal. A edição de hoje do jornal I publica uma entrevista interessantíssima com ele, de que eu seleccionei os dez segredos para escrever uma novela.

Dia 3 de Junho estreia em 20 salas do País o filme “Um funeral à chuva”. Aproveitei a oportunidade para fazer uma pequena entrevista a Luís Campos, o autor do guião.

Um leitor quer saber se pode usar referências a figuras conhecidas ou filmes nos diálogos do seu guião.

Uma leitora quer saber como se descrevem num guião acções que ocorrem simultaneamente em locais diferentes.

Já está disponível para baixar o número 23 da revista de cinema Take. Seis páginas deste número são dedicados ao projeto de curtas-metragens O Dez, incluindo uma entrevista comigo.

Gerir o fluxo de informação de uma estória é, talvez, a mais importante tarefa de um guionista. Neste artigo do Curso analiso esse tema.

Na sequência do desafio ‘Escrever um flashback’ decidi analisar um dos mais sensacionais alguma vez escritos: o que marca o início do filme “Era uma vez na América”.

Já abordei várias vezes o processo da rescrita, mas hoje lembrei-me de um tema que não explorei nesses artigos: os fantasmas.

No início da semana passada lancei aqui no site um desafio de escrita: criar um flashback que fosse a continuação de uma cena que eu apresentei como ‘mote’. Está na hora de anunciar os premiados.