
Em Novembro do ano passado publiquei uma série de artigos bastante interessantes. Reveja-os aqui.
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Uma leitora apresenta uma dúvida de escrita invulgar: como descrever uma cena em que as imagens andam em reverso, recuando no tempo.

Na sequência do desafio ‘Escrever um flashback’ decidi analisar um dos mais sensacionais alguma vez escritos: o que marca o início do filme “Era uma vez na América”.

No início da semana passada lancei aqui no site um desafio de escrita: criar um flashback que fosse a continuação de uma cena que eu apresentei como ‘mote’. Está na hora de anunciar os premiados.
Um leitor pergunta como se escrevem canções e recuos no tempo num guião.

Fui convidado para rescrever as curtas-metragens do projecto “O Dez” e acabei por me envolver mais do que isso: vou realizar uma delas.

Estrutura. O conceito não é fácil de explicar, pois está muito intimamente relacionado com o enredo. Mas neste novo artigo do Curso Rápido de Guião vou fazer uma tentativa.

No ano passado, por esta altura, este blogue estava bastante produtivo, com artigos sobre finanças, escrita, cinema, telenovela e ortografia.

O mês de Junho do ano passado foi relativamente calmo aqui no blogue. De qualquer forma, acho que alguns artigos merecem ser recordados.

Há um ano atrás estive particularmente activo neste blogue. Talvez valha a pena recordar algum desses artigos.
Um guionista pode aumentar consideravelmente as probabilidades do seu guião ser produzido se tiver o cuidado de evitar uma série de elementos que contribuem para encarecer a produção de um filme. Descubra aqui quais são esses elementos.
“Julgamento” estreou hoje e eu faço uma primeira análise do filme.
No segundo de uma série de depoimentos de guionistas Tiago Santos escreve sobre a gestação de “Call Girl”, o filme mais recente realizado por António-Pedro Vasconcelos.
Já reli e anotei as primeiras 90 páginas do livro. Dessa leitura ressaltam mais dois problemas específicos que vão exigir uma ateníão especial: a questão dos flashbacks e o contexto político da história. Read more on Opíões e equilíbrios…
Em frente da minha casa em Luanda há agora um pequeno café com uma esplanada limpa e pessoal simpático. Todos os sábados e domingos, pela manhã, vou lá sentar-me para tomar o pequeno-almoío e preguiíar um pouco, pondo as leituras em dia. Não é o “Pau de Canela”, da Beloura, mas é um lugar onde me sinto bem.
Hoje de manhã estava lá sentado, mergulhado na leitura de uma “Premiere” de Dezembro de 2004 (se não há revistas novas, relêm-se as antigas…) quando fui envolvido por um aroma suave, adocicado, que me arrastou de imediato para o passado. Antes mesmo de conseguir identificar o perfume olhei em redor í procura do meu pai.
Na mesa ao lado da minha um kota acendia um cachimbo, num ritual a que eu tantas vezes assisti, colocando nele a mesma seriedade e concentraíão que recordo no meu pai. Read more on Memórias…