
Cinemagrafos são imagens fixas em que se repete um pequeno movimento cíclico. Veja alguns exemplos fascinantes.
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Joe Eszterhas, um dos guionistas mais bem pagos de sempre, escreveu um artigo divertido no The Independent, com dicas sobre como sobreviver em Hollywood. Nele inclui o seu método de trabalho para escrever um guião em oito semanas.

Três dias a filmar “O Presente”, uma das curtas-metragens de “O Dez”, ensinaram-me algumas lições. Por exemplo, a importância de fingir que sabia o que estava a fazer.

Um telefonema de um amigo alertou-me esta tarde para a novidade: a revista Premiere de Novembro traz uma valente massagem ao meu ego dorido de guionista português.

Fui convidado para rescrever as curtas-metragens do projecto “O Dez” e acabei por me envolver mais do que isso: vou realizar uma delas.

O software de escrita de guião CeltX lançou finalmente a sua versão 1.0, e o facto serviu de motivação para eu escrever um tutorial sobre a sua utilização.
No fim de semana passado fui a Viana do Castelo acompanhar mais uma ronda de filmagens do “Assalto ao Santa Maria”. Era suposto ser uma noite de grande animação, com a cena do embarque no porto venezuelano de La Guaira, mas o tempo incerto obrigou-nos a filmar dentro do navio.

Começou a rodagem do filme “Assalto ao Santa Maria”, cujo guião eu escrevi para ser realizado pelo Francisco Manso. É a oportunidade de ver algumas imagens da rodagem.
Steve Jobs, o patrão da Apple, apresentou ontem o iPhone — o telefone mais fabuloso que eu (ou qualquer outra pessoa neste planeta) já teve oportunidade de ver. É uma mistura de iPod, com smartphone, com funcionalidades de email e web browser cinco anos à frente de todos os outros (segundo Jobs). É um gosto ver a funcionar o sistema operativo, baseado no Mac OS X. Em vez de teclas ou de um estilete, é o dedo do utilizador que serve de apontador num écrã sensível de altíssima resolução. A forma como se fazem correr as opções (as listas de músicas ou os contactos do adress book, por exemplo) para cima e para baixo, com a ponta do dedo, ou a maneira genial de ampliar e reduzir as fotografias, afastando ou aproximando os dois dedos, são de deixar qualquer um a babar-se. Eu fiquei… E os detalhes! Por exemplo, quando se vira o telefone da vertical para a horizontal, ele reconhece a mudança e reenquadra as imagens ou o browser da web; quando se aproxima do ouvido, ele reconhece a proximidade e desliga automaticamente o écrã; se estivermos a ouvir música, ele suspende-a para receber uma chamada e volta a tocá-la quando desligamos; sem falar no Visual VoiceMail que, só por si, vale o preço do telefone: a possibilidade, desenvolvida em parceria com o operador Cingular, de ver quais as gravações de voicemail que nos esperam na caixa, e escolher a ordem por que as queremos ouvir… se quisermos. No final Steve Jobs fez uma demonstração de utilização real: recebeu uma chamada e, sem desligar, consultou o álbum fotográfico, seleccionou e enviou por email uma foto para o interlocutor, e foi à web procurar informações sobre cinemas para os dois verem nessa noite. Também poderia ter montado uma chamada de conferência com outros interlocutores, para combinar a ida ao cinema, ou procurado a localização do cinema no Google Maps, tudo coisas que o iPhone faz com a maior das simplicidades, e de forma perfeitamente intuitiva. Poderia também ter consultado um widget para saber o valor das acções da Apple, coisa que Jobs fez noutra parte da apresentação. Estas subiram 8% no decurso da apresentação, o que não surpreende, já que o mercado dos telefones portáteis representa, a nível mundial, um bilião de unidades por ano. Se o iPod fez o que fez pela saúde financeira da Apple, imagine-se o que o iPhone vai fazer. O iPhone vai ser lançado na América em Junho deste ano; na Europa só no último trimestre. Em que posição é que isso deixa Portugal? Não sei — mas sei que vou começar já a poupar dinheiro para ser dos primeiros na fila das encomendas. E espero que seja a TMN a fazer parceria com a Apple, á semelhança do que a Cingular fez nos EUA. Se não, ao fim de tantos anos de fidelidade, lá terei de mudar de operador, o que é uma chatice. Mas o iPhone merece.
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Enviam-me um link para uma galeria de imagens de Angola, umas mais antigas, outras mais recentes. A qualidade das fotografias é variável, mas o conjunto justifica uma visita, que irá agradar particularmente aos mais nostálgicos. O mesmo público a quem se dedicam os livros do jornalista Paulo Salvador, o mais recente dos quais será lançado por estes dias na Fnac.
Os Encontros da Imagem de Braga chegaram ao 20º Aniversário. Só lá fui uma vez, há bastantes anos, e lembro-me que na altura gostei tanto da cidade como do evento. Infelizmente Braga fica longe e, por muito que eu goste de fotografia, uma ida representa muitas horas de estrada e muitos litros de gasolina. Pelo contrário, aos Encontros de Coimbra, que são mais perto e normalmente têm um programa mais rico, tenho ido com alguma frequência. Mas como a Lu adora o Norte e não conhecia ainda Braga, resolvemos ir lá este ano. Valeu a pena.
Bom, cá estamos de volta à realidade.
Tirei uns dias de férias com a Lu e os meus filhos no Algarve (prometo um artigo para breve), que chegaram para demonstrar que Portugal me reservava poucas novidades: fogos nas matas, políticos de férias, queixas de crise, aumentos de preços, o costume…
O D. e a M. convidaram-me ontem para conhecer um pequeno restaurante na Chicala, a que chamam “os caboverdeanos”.

É um pátio pequeno, atafulhado de mesas e cadeiras de plástico, cheio de gente, onde se comem petiscos, bebe cerveja e, ao fim de semana, ouve-se música caboverdeana ao vivo. Alguns kotas mais afoitos também dão uns passinhos de dança com as suas damas, mas a maior parte das pessoas está ali para ouvir o tio Jorge e os seus músicos.
Como já referi aqui uma vez, grande parte da culpa do trânsito caótico de Luanda recai nas costas dos “azuis e brancos”, os candongueiros.
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