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Portugal

Curso de Verão de guionismo na Universidade Nova

Junho 8, 2009

A Escola de Verão da Uni­ver­si­dade Nova orga­niza mais um curso lec­ci­o­nado por Paulo Filipe Monteiro

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Primeiro trailer de Conexão

Fevereiro 5, 2009

Já está dis­po­ní­vel, no Face­book e no You­Tube, o pri­meiro trai­ler dos dois tele­fil­mes “Cone­xão”, que eu escrevi e de que já falei aqui há uns meses.

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Perguntas & Respostas: é preciso usar este formato de guião

Outubro 11, 2008

Um lei­tor quer saber se o for­mato usado nos guiões dis­po­ní­veis neste site é o único cor­recto, e eu explico porquê.

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Perguntas & Respostas: (O.S.), (V.O.) e (OFF)

Setembro 26, 2008

Um lei­tor per­gunta o que sig­ni­fica (O.S.) num guião, e eu apro­veito para falar de outras abreviaturas.

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"Conexão" - o projecto mais ambicioso da RTP

Setembro 11, 2008

A RTP apre­sen­tou ontem o seu pro­jecto mais recente e mais ambi­ci­oso: “Cone­xão”, dois tele­fil­mes sobre o trá­fico de droga na Galiza, cujos guiões são meus.

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Robert McKee vem finalmente a Portugal

Agosto 28, 2008

Robert McKee, um dos mais influ­en­tes “gurus” da escrita de guiões, vem final­mente a Por­tu­gal apre­sen­tar o seu famoso semi­ná­rio de 3 dias, “Story”.

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CeltX: um tutorial de escrita de guião

Junho 29, 2008

O soft­ware de escrita de guião CeltX lan­çou final­mente a sua ver­são 1.0, e o facto ser­viu de moti­va­ção para eu escre­ver um tuto­rial sobre a sua utilização.

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Workshop de Linda Seger em Portugal

Junho 23, 2008

A autora, pro­fes­sora e script con­sul­tant Linda Seger vai dar um workshop de escrita nos Encon­tros AVANCA08, em Julho.

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Recursos

Junho 19, 2008

A par­tir desta página poderá ace­der a uma série de recur­sos que me pare­cem úteis para todos os gui­o­nis­tas. Irei actu­a­li­zando regu­lar­mente o seu conteúdo.

Folhas de ajuda

Vou reu­nir aqui algu­mas “folhas de ajuda” para temas espe­cí­fi­cos, que irei publi­cando regularmente.

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Cursos de verão na Universidade Nova

Junho 8, 2008

A Uni­ver­si­dade Nova de Lis­boa orga­niza um semi­ná­rio e um curso de verão na área do guionismo.

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Perguntas & Respostas: guiões publicitários

Maio 26, 2008

Um lei­tor per­gunta qual a dife­rença entre os guiões de publi­ci­dade e os de cinema e tv; e eu, que já escrevi uns e outros, tento responder.

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Indie Lisboa começa hoje

Abril 24, 2008

O Fes­ti­val Indie Lis­boa 2008 come­çou hoje, com uma pro­gra­ma­ção diver­si­fi­cada e atrac­tiva. O car­taz deste ano, que inclui home­na­gens ao cine­asta de Hong-​​Kong Johny To e mui­tas obras rela­ci­o­na­das com o uni­verso da música pro­mete uma vez mais não desi­lu­dir o público fiel deste evento.

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Expiação - entrevista com o guionista Christopher Hampton

Janeiro 20, 2008

O jor­nal “O Público” de sexta-​​feira pas­sada, dia 18 de Janeiro de 2008, publica uma inte­res­sante entre­vista tele­fó­nica com o gui­o­nista Chris­topher Hamp­ton, res­pon­sá­vel pela exce­lente adap­ta­ção a guião do romance “Expi­a­ção” (“Atonement”).

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Terceiro aniversário

Janeiro 15, 2008

joa​o​nu​nes​.com cele­brou dia 12 o seu ter­ceiro ani­ver­sá­rio. E eu apre­sento os meus pla­nos para o futuro.

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Uma entrevista ao Correio da Manhã

Novembro 17, 2007

Leia a entre­vista que dei ao Cor­reio da Manhã, na qua­li­dade de pre­si­dente da APAD e de gui­o­nista, sobre o tema da greve da Writer’s Guild nos Esta­dos Unidos.

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"Julgamento" estreou hoje em todo o país

Outubro 11, 2007

Jul­ga­mento” estreou hoje e eu faço uma pri­meira aná­lise do filme.

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Terror em Lisboa - MOTELx 2007

Setembro 1, 2007

O MOTELx é o 1º Fes­ti­val de Cinema de Ter­ror de Lisboa.

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Qual o valor dos guiões?

Agosto 26, 2007

Há cerca de dois anos a ante­rior direc­ção da Asso­ci­a­ção Por­tu­guesa de Argu­men­tis­tas e Dra­ma­tur­gos desen­vol­veu um estudo sobre quais as tabe­las míni­mas a apli­car no paga­mento de guiões de tele­vi­são e cinema, e de peças de tea­tro, no mer­cado português.

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Aguinaldo Silva e a arte de ser autor de novela

Agosto 25, 2007

Na con­versa que tive há pouco tempo com New­ton Can­nito, este disse-​​​​me que os prin­ci­pais con­tri­buin­tes para as finan­ças da Asso­ci­a­ção de Rotei­ris­tas do Bra­sil são os seus sócios auto­res de nove­las. Como ganham muito bem, pagam volun­ta­ri­a­mente quo­tas muito altas e, em momen­tos de aperto, sacam do livro de che­ques para aju­dar a associação.

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O que podemos aprender com... filmes mudos.

Julho 22, 2007

No voo de S. Paulo para Lis­boa — uma longa via­gem de noite inteira — abri os olhos entre dois perío­dos de sono e come­cei a seguir o filme que estava a pas­sar nos ecrãs do avião. Não tinha os aus­cul­ta­do­res colo­ca­dos e tive pre­guiça de os ir bus­car. Pas­sado um pouco, resolvi fazer uma expe­ri­ên­cia: ver essa longa-​​​​metragem com­pleta sem som.

O filme, uma co-​​​​produção inglesa/​​espanhola/​​alemã, chama-​​​​se “Goal II — Living the dream” e é uma sequela de um filme que, tanto quanto sei, não pas­sou em Por­tu­gal. Escrita por Mike Jef­fe­ries e rea­li­zada por Jaume Collet-​​​​Serra, conta a estó­ria de um ponta-​​​​de-​​​​lança que rea­liza o seu sonho de jogar no Real Madrid — o ver­da­deiro, com estre­las como Zidane, Ronaldo, Bech­kam, Raul e Roberto Car­los. Não sendo uma obra extra­or­di­ná­ria, é um filme agra­dá­vel de assis­tir, nem que seja pela curi­o­si­dade de ver tan­tas estre­las fute­bo­lís­ti­cas jun­tas no balneário.

O guião é escor­reito — sim­ples e efi­ci­ente — e escrito segundo as regras mais clás­si­cas. Acom­pa­nha­mos a che­gada do joga­dor ao clube; a des­co­berta da vida de luxo e mor­do­mias que a sua con­di­ção de “galác­tico” asse­gura; as difi­cul­da­des na con­quista da titu­la­ri­dade; as riva­li­da­des e pro­ble­mas sen­ti­men­tais; e a sua queda — lite­ral­mente. Numa brin­ca­deira tomba em cima de uma mota, o que lhe custa uma perna par­tida e o afas­ta­mento dos rel­va­dos por um longo período. Final­mente, depois de resol­ver a sua rela­ção com um garoto pro­ble­má­tico que é seu fã e o segue para todo o lado, reen­con­tra o equi­lí­brio e regressa triun­fante aos rel­va­dos… dei­xando a porta aberta para uma nova sequela.

O mais curi­oso é que per­cebi tudo isto sem ouvir um único diá­logo: as rela­ções que se for­ma­ram e estra­ga­ram; os dra­mas pes­so­ais; a rela­ção com­pli­cada com o trei­na­dor (um exce­lente Rut­ger Hauer, a fazer de típico trei­na­dor holan­dês); as intri­gas de bal­neá­rios; as ten­ta­ções mun­da­nas; e as várias sub-​​​​tramas que se vão desen­ro­lando em para­lelo com a estó­ria prin­ci­pal; tudo é com­pre­en­sí­vel ape­nas pelas ati­tu­des, acções, for­mas de nar­rar, sem neces­si­dade de pala­vras. Houve ape­nas uma cena, um diá­logo entre dois per­so­na­gens secun­dá­rios, que eu não entendi. Pos­si­vel­mente, o filme pode­ria ter pas­sado sem ela.

O cinema é real­mente uma arte nova, com uma lin­gua­gem pró­pria, emi­nen­te­mente visual, base­ada na mate­ri­a­li­za­ção dos com­por­ta­men­tos. Um bom gui­o­nista deve estu­dar a fundo essa lin­gua­gem, para con­se­guir con­tar o essen­cial de uma estó­ria recor­rendo ape­nas aos códi­gos de comu­ni­ca­ção visual que cem anos de evo­lu­ção já con­so­li­da­ram. Para isso há que ver fil­mes, mui­tos fil­mes. Actu­ais e anti­gos; bons e maus; de todos os géne­ros, épocas e naci­o­na­li­da­des. Vê-​​​​los e medi­tar sobre eles, estu­dando as solu­ções nar­ra­ti­vas, as esco­lhas, os tru­ques dos guionistas.

Não quero com isto dizer que os diá­lo­gos são supér­fluos ou menos­pre­zá­veis. Não são; um bom gui­o­nista tam­bém deve ter o ouvido apu­rado para os rit­mos, as for­mas de falar, o voca­bu­lá­rio usado pelos seus per­so­na­gens. Os diá­lo­gos são o sal e a pimenta do guião. Sem eles, até absor­ve­mos o grosso da estó­ria — as suas pro­teí­nas, vita­mi­nas e mine­rais. Mas com eles o sabor­zi­nho é melhor, e a recor­da­ção que fica muito mais forte.

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Palestra em S. Paulo

Julho 21, 2007

Durante a minha esta­dia em S. Paulo, e na sequên­cia de uma reu­nião com New­ton Can­nito, vice-​​presidente da Asso­ci­a­ção de Rotei­ris­tas, fui con­vi­dado a fazer uma pequena pales­tra numa escola de escrita, a Gafanhoto.

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Código de conduta para bloguistas

Abril 13, 2007

Tim O’Reilly, um conhe­cido ciber­nauta e autor de manu­ais téc­ni­cos de infor­má­tica, publi­cou um esboço de um código de con­duta e neti­queta para os blo­guis­tas (ou será blog­guers, à inglesa?). O texto está em dis­cus­são e pode ser con­sul­tado aqui. Quando tiver tempo vou traduzi-​​​​lo e pô-​​​​lo a debate neste espaço. (Via Por­tu­gal­Diá­rio)

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Datas do workshop

Abril 8, 2007

O workshop de gui­o­nismo que vou dar em Setú­bal decor­rerá nos fins de semana de 1920, e 2627 de Maio. O custo será de 100 euros por pes­soa, que deve­rão ser pagos ante­ci­pa­da­mente. Podem contactar-​​​​me aqui para com­bi­nar como. Eu sou um gui­o­nista pro­fis­si­o­nal, não sou um teó­rico. Já escrevi e res­crevi vários guiões para tele­fil­mes, lon­gas metra­gens e séries de tele­vi­são. Mas como tenho um gosto par­ti­cu­lar por tudo o que envolve esta pro­fis­são sinto-​​​​me à von­tade para dar tam­bém o lado teó­rico, que é impor­tante, assim como para falar da rea­li­dade da pro­fis­são em Por­tu­gal. Em qua­tro dias de tra­ba­lho será pos­sí­vel dar uma visão geral do tra­ba­lho do gui­o­nista, desde os aspec­tos teó­ri­cos até ao lado mais prá­tico. O ideal será que os par­ti­ci­pan­tes tra­gam já uma ideia na cabeça, alguma estó­ria que gos­tas­sem de desen­vol­ver. Dessa forma os exer­cí­cios prá­ti­cos pode­rão ser fei­tos em cima des­sas ideias, o que tor­nará ainda mais ren­tá­vel o workshop. Se con­se­guir­mos reu­nir um grupo inte­res­sante de pes­soas (mínimo 12, máximo 15), penso que será uma expe­ri­ên­cia rica para todos.

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Perguntas & Respostas: Formato dos guiões

Março 7, 2007

Tenho uma dúvida muito ele­men­tar: parece que os ame­ri­ca­nos têm umas regras for­mais bas­tante res­tri­tas (tipo de letra Cou­rier 12, as mar­gens para cada sec­ção, etc.) e até mesmo quanto ao modo como se deve “enca­der­nar” um guião que vamos enviar a alguém: papel com 3 furos, levando 2 tachas (creio eu… como li em inglês, não sei ao certo se é isto que que­rem dizer), uma no furo de cima e outra no de baixo, ficando o do meio vazio. Por­tanto, o que mais me inte­ressa saber, é se estas regras são uni­ver­sais ou ape­nas ame­ri­ca­nas. — Gonçalo

Gon­çalo, essas regras tão estri­tas têm uma razão de ser: ten­tar garan­tir que cada página do guião cor­res­ponda, em média, a um minuto de filme final.

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O telefone para acabar com todos os telefones

Janeiro 10, 2007

Steve Jobs, o patrão da Apple, apre­sen­tou ontem o iPhone — o tele­fone mais fabu­loso que eu (ou qual­quer outra pes­soa neste pla­neta) já teve opor­tu­ni­dade de ver. É uma mis­tura de iPod, com smartphone, com fun­ci­o­na­li­da­des de email e web brow­ser cinco anos à frente de todos os outros (segundo Jobs). É um gosto ver a fun­ci­o­nar o sis­tema ope­ra­tivo, base­ado no Mac OS X. Em vez de teclas ou de um esti­lete, é o dedo do uti­li­za­dor que serve de apon­ta­dor num écrã sen­sí­vel de altís­sima reso­lu­ção. A forma como se fazem cor­rer as opções (as lis­tas de músi­cas ou os con­tac­tos do adress book, por exem­plo) para cima e para baixo, com a ponta do dedo, ou a maneira genial de ampliar e redu­zir as foto­gra­fias, afas­tando ou apro­xi­mando os dois dedos, são de dei­xar qual­quer um a babar-​​​​se. Eu fiquei… E os deta­lhes! Por exem­plo, quando se vira o tele­fone da ver­ti­cal para a hori­zon­tal, ele reco­nhece a mudança e reen­qua­dra as ima­gens ou o brow­ser da web; quando se apro­xima do ouvido, ele reco­nhece a pro­xi­mi­dade e des­liga auto­ma­ti­ca­mente o écrã; se esti­ver­mos a ouvir música, ele suspende-​​​​a para rece­ber uma cha­mada e volta a tocá-​​​​la quando des­li­ga­mos; sem falar no Visual Voi­ce­Mail que, só por si, vale o preço do tele­fone: a pos­si­bi­li­dade, desen­vol­vida em par­ce­ria com o ope­ra­dor Cin­gu­lar, de ver quais as gra­va­ções de voi­ce­mail que nos espe­ram na caixa, e esco­lher a ordem por que as que­re­mos ouvir… se qui­ser­mos. No final Steve Jobs fez uma demons­tra­ção de uti­li­za­ção real: rece­beu uma cha­mada e, sem des­li­gar, con­sul­tou o álbum foto­grá­fico, selec­ci­o­nou e enviou por email uma foto para o inter­lo­cu­tor, e foi à web pro­cu­rar infor­ma­ções sobre cine­mas para os dois verem nessa noite. Tam­bém pode­ria ter mon­tado uma cha­mada de con­fe­rên­cia com outros inter­lo­cu­to­res, para com­bi­nar a ida ao cinema, ou pro­cu­rado a loca­li­za­ção do cinema no Goo­gle Maps, tudo coi­sas que o iPhone faz com a maior das sim­pli­ci­da­des, e de forma per­fei­ta­mente intui­tiva. Pode­ria tam­bém ter con­sul­tado um wid­get para saber o valor das acções da Apple, coisa que Jobs fez nou­tra parte da apre­sen­ta­ção. Estas subi­ram 8% no decurso da apre­sen­ta­ção, o que não sur­pre­ende, já que o mer­cado dos tele­fo­nes por­tá­teis repre­senta, a nível mun­dial, um bilião de uni­da­des por ano. Se o iPod fez o que fez pela saúde finan­ceira da Apple, imagine-​​​​se o que o iPhone vai fazer. O iPhone vai ser lan­çado na Amé­rica em Junho deste ano; na Europa só no último tri­mes­tre. Em que posi­ção é que isso deixa Por­tu­gal? Não sei — mas sei que vou come­çar já a pou­par dinheiro para ser dos pri­mei­ros na fila das enco­men­das. E espero que seja a TMN a fazer par­ce­ria com a Apple, á seme­lhança do que a Cin­gu­lar fez nos EUA. Se não, ao fim de tan­tos anos de fide­li­dade, lá terei de mudar de ope­ra­dor, o que é uma cha­tice. Mas o iPhone merece.

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