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Perguntas e Respostas: escrita a quatro mãos

Junho 17, 2009

Dois lei­to­res dife­ren­tes dei­xam per­gun­tas sobre a escrita em par­ce­ria, e eu tento responder-​​lhes.

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Como registar o seu guião

Março 4, 2009

Des­cu­bra como se regista um guião em Por­tu­gal e no Brasil.

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Mais filmagens do Santa Maria

Abril 14, 2008

No fim de semana pas­sado fui a Viana do Cas­telo acom­pa­nhar mais uma ronda de fil­ma­gens do “Assalto ao Santa Maria”. Era suposto ser uma noite de grande ani­ma­ção, com a cena do embar­que no porto vene­zu­e­lano de La Guaira, mas o tempo incerto obrigou-​​nos a fil­mar den­tro do navio.

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Perguntas & Respostas: o que devo fazer agora?

Março 25, 2008

Miguel aca­bou o seu guião e quer saber o que fazer agora. E eu digo-​​lhe.

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Vejam cinema português: The Lovebirds

Março 15, 2008

O que é o “cinema por­tu­guês” ? É mui­tas coi­sas dife­ren­tes, em mui­tos for­ma­tos, esti­los e regis­tos dife­ren­tes. E feliz­mente que assim é, ou não tería­mos fil­mes como “The Love­birds”, de Bruno de Almeida.

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Terceiro aniversário

Janeiro 15, 2008

joa​o​nu​nes​.com cele­brou dia 12 o seu ter­ceiro ani­ver­sá­rio. E eu apre­sento os meus pla­nos para o futuro.

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Perguntas & Respostas: como e a quem apresentar uma série?

Maio 30, 2007

Apro­vei­tando a sua expe­ri­ên­cia como argu­men­tista, gos­tava de lhe colo­car uma dúvida: como e a quem apre­sen­tar uma ideia para uma série? Daniel

Daniel, tem duas opções: ou apre­sen­tar a sua série a uma pro­du­tora de tele­vi­são, ou direc­ta­mente a um canal. Antes de o fazer, con­tudo, certifique-​​​​se de duas coi­sas: que o seu pro­jecto está cor­rec­ta­mente apre­sen­tado; e que os seus direi­tos de autor estão protegidos.

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O que podemos aprender com... "Heróis"

Abril 17, 2007

cast-heroes.jpgHeróis” é a nova série que a TVI estreou no sábado pas­sado. É uma incur­são tele­vi­siva no uni­verso dos super-​​​​heróis con­tra­ri­a­dos, con­fu­sos e mal pre­pa­ra­dos para acei­tar a sua pró­pria dife­rença, num registo que lem­bra o do filme “O pro­te­gido” de M. Night Shya­ma­lan. Vários ado­les­cen­tes e jovens adul­tos, de ori­gens e carac­te­rís­ti­cas dife­ren­tes, des­co­brem pouco a pouco que têm carac­te­rís­ti­cas espe­ci­ais que os dife­ren­ciam do resto da huma­ni­dade — a capa­ci­dade de auto-​​​​regeneração física, de pre­ver o futuro ou de “mani­pu­lar o con­ti­nuum espacio-​​​​temporal”, por exem­plo. Ao mesmo tempo que eles apren­dem a lidar com essas capa­ci­da­des extra­or­di­ná­rias, um “serial kil­ler” vai dei­xando um rasto de víti­mas com as cabe­ças ser­ra­das e paira sobre Nova Ior­que a ame­aça de um aten­tado nuclear, cuja data será um mês depois do iní­cio da estó­ria. Como é óbvio, todos estes enre­dos irão cruzar-​​​​se pouco a pouco, con­tri­buindo para o sucesso que a série está a ter em todo o lado.
Em ter­mos de gui­o­nismo, o que é que pode­mos apren­der com os dois epi­só­dios já apresentados?

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Desengravatem-se!

Novembro 30, 2006

Viní­cius de Moraes, esse grande poeta bra­si­leiro, músico e boé­mio, amante de chop e de garo­tas bron­ze­a­das, visi­tou Por­tu­gal nos anos 60, em plena dita­dura. Achou os por­tu­gue­ses muito for­ma­lis­tas, muito “engra­va­ta­dos”, como se pode com­pro­var num pequeno dis­curso impro­vi­sado que ficou regis­tado no disco que gra­vou ao vivo em casa de Amá­lia Rodri­gues, com músi­cos e poe­tas naci­o­nais. Deixo aqui as pala­vras trans­cri­tas desse registo, por­que muita coisa ainda não mudou desde a altura:

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As pistolas sexuais do joãozinho podre

Outubro 6, 2006

Ainda num registo de crí­tico musi­cal impro­vi­sado, uma nota de audi­ção sobre um disco que já ouvi cen­te­nas de vezes, embora há muito tempo atrás. Os meus dois filhos são fans dos “Green Day” e ouvem “Ame­ri­can Idiot” sem parar. Resolvi apresentar-​​​​lhes o “Never Mind the Bull­locks Here’s the Sex Pis­tols”. Expliquei-​​​​lhes que eram os pais musi­cais e espi­ri­tu­ais da banda de que eles tanto gos­tam, e que foram muito impor­tan­tes para mim quando era jovem. Mas quando lhes toquei “Holly­days in the Sun” a reac­ção não foi a que eu espe­rava: “Isto é muita mau! Não nos faças sofrer mais”. E as músi­cas seguin­tes não muda­ram a pri­meira impres­são. Até posso per­ce­ber por­que é que não gos­ta­ram do disco. Johnny Rot­ten não tem cor­das vocais; tem um giz de má qua­li­dade a ris­car um qua­dro negro velho. As gui­tar­ras são bási­cas, estri­den­tes e repe­ti­ti­vas. As letras (se é que se lhes pode cha­mar assim) são gra­tui­tas e mal se enten­dem. Des­co­la­dos de um momento na his­tó­ria e de um con­texto na soci­e­dade, quando o disco toca ouvi­mos ape­nas uma banda cujas fra­gi­li­da­des são evi­den­tes. Mas, por favor, são os Sex Pis­tols. Haja respeito.

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Três discos altamente recomendáveis

Outubro 6, 2006

Cor­rendo o risco de não dizer nada de novo a quem esteja mini­ma­mente bem infor­mado, reco­mendo a audi­ção atenta de três dis­cos recen­tes. “Time­less”, do vene­rá­vel músico bra­si­leiro Sér­gio Men­des revisto pela figura de Will.I.Am dos Black Eyed Peas, que inclui entre outras péro­las um genial “Samba da Ben­ção” can­tado por Mar­celo D2 (acho eu, já que com­prei o disco na iTu­nes Music Store e, por isso, não tenho cader­ni­nho com a ficha téc­nica…). “Cê”, do não menos vene­rá­vel mas bas­tante mais conhe­cido Cae­tano Veloso, que regressa aos ori­gi­nais seis anos depois, reve­lando uma veia roqueira que não se lhe conhe­cia mas se lhe podia sus­pei­tar. Des­ta­que, entre outras pre­ci­o­si­da­des, para as letras de poeta iró­nico e com­pleto: “não tenho inveja da mater­ni­dade /​​ nem da lac­ta­ção /​​ não tenho inveja da adi­po­si­dade /​​ nem da mens­tru­a­ção /​​/​​ só tenho inveja da lon­ge­vi­dade /​​ e dos orgas­mos múl­ti­plos”. É bom, não é? “Back to Bedlam”, de James Blunt. Ape­sar do registo cla­ra­mente mais “azei­teiro” (como diz o Fre­de­rico) começa com cinco músi­cas segui­das que somam o mais estron­doso arran­que de um disco “pop” de que eu me recordo desde há muito tempo. Ten­tei incluir um disco por­tu­guês recente nesta lista mas sin­ce­ra­mente não encon­trei nenhum. Se tiver suges­tões, deixe nos comen­tá­rios. Pro­meto que vou ouvir.

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Primeiras Pessoas

Novembro 18, 2005

Meu pai me chama Quim. Minha mãe Quim tam­bém. Meus ami­gos assim mesmo. Mas meu nome de veras é Filho­meu Bota­quim. Nome mais estra­nho que quais­quer estra­nha­men­tes que você já tenha ouvido. Per­gun­tei ao kota meu pai a razão de tal coisa, que mal lhe fizera eu, aca­bado de nas­cer, para mere­cer pala­vrão assim que não se chama nem a um inimigo.

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Marburg de novo

Maio 21, 2005

As últi­mas notí­cias no site da Nexus:MARBURG ESTí EM DECLíNIO17/05/2005A epi­de­mia de febre hemor­rá­gica pro­vo­cada pelo ví­rus de Mar­burg está pra­ti­ca­mente con­tro­lada, já que está con­fi­nada ao municí­pio sede da proví­ncia do Uí­je.A Dra.Filomena Wil­son faz aquí­ o bala­nío das últi­mas 24 horas em que foram regis­ta­dos três óbitos “Houve o registo de três óbitos, mas des­tes óbitos só um caso foi con­fir­mado como de Mar­burg, os outros dois tratavam-​​se de outras doe­nías. Estão em segui­mento por con­tac­tos 172 pes­soas, estou a falar ape­nas do municí­pio do Uí­je, por­que o total da proví­ncia do Uí­je até ontem, temos casos sus­pei­tos 205, casos con­fir­ma­dos 221, óbitos 282 e estão a ser acom­pa­nha­das 205 pes­soas que tive­ram con­tacto com doen­tes infectados”.Nas res­tan­tes proví­ncias do Paí­s não se regis­tou nenhum caso segundo a Dra.Filomena Wil­son, que esteve a tra­ba­lhar durante quinze dias com as comu­ni­da­des na proví­ncia do Uí­je , onde pôde cons­ta­tar que ainda exis­tem casos de doen­tes que fale­cem em casa, sem che­ga­rem ao hospital.Os jor­nais que já tive opor­tu­ni­dade de folhear tam­bém pare­cem par­ti­lhar desta opinião.

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Marburg Continua a Baixar

Maio 1, 2005

Nas últi­mas três sema­nas regista-​​se uma dimi­nuiíão do número de casos da epi­de­mia de febre hemor­rá­gica de Mar­burg em Angola, pas­sando a media de noti­fi­caíão de 39 para 14.… Tele­co­mu­ni­caíões e Ser­viíos SARL2004Nas res­tan­tes seis proví­ncias ango­la­nas que se encon­tram em estado de alerta epi­de­mi­o­ló­gico não se regis­tou nenhum caso novo, uma situ­aíão que se man­tém há vários dias consecutivos..::.NEXUS.::.

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