
O filme Assalto ao Santa Maria vai estrear na televisão no próximo domingo.
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“Conexão”, a mini-série de dois telefilmes que eu escrevi há já algum tempo, deve estrear durante o mês de Março.

Já está disponível, no Facebook e no YouTube, o primeiro trailer dos dois telefilmes “Conexão”, que eu escrevi e de que já falei aqui há uns meses.

Fui convidado para rescrever as curtas-metragens do projecto “O Dez” e acabei por me envolver mais do que isso: vou realizar uma delas.

Liberdade 21, a série de advogados da RTP com guiões das Produções Fictícias (todos menos os dois primeiros, que são da SPTV), estreia neste sábado, 18 de outubro, às 21h21.

Na quarta feira passada assisti às filmagens dos telefilmes “Conexão”. Deixo aqui uma primeira impressão e uma cena do guião.

A RTP fez um pequeno documentário sobre a rodagem do “Assalto ao Santa Maria”, com entrevistas aos actores e realizador, Francisco Manso.

A RTP apresentou ontem o seu projecto mais recente e mais ambicioso: “Conexão”, dois telefilmes sobre o tráfico de droga na Galiza, cujos guiões são meus.

Finalmente já posso dar notícias sobre o trabalho que estou a fazer neste momento. É uma série de advogados, para a RTP, que dá pelo nome de “Liberdade XXI”.

Falam Filipe Homem Fonseca e Mário Botequilha, os autores da mini-série que a RTP 1 produziu sobre o dia do regícidio.
Vou estar na próxima edição do programa Câmara Clara a falar sobre guionismo e política. Descubra aqui onde e quando.
No primeiro de uma série de depoimentos o guionista Nuno Duarte escreve sobre o processo de criação da série de animação “O Turno da Noite”.
Está disponível no YouTube um episódio da série “O Turno da Noite” do guionista Nuno Duarte.
Steve Jobs, o patrão da Apple, apresentou ontem o iPhone — o telefone mais fabuloso que eu (ou qualquer outra pessoa neste planeta) já teve oportunidade de ver. É uma mistura de iPod, com smartphone, com funcionalidades de email e web browser cinco anos à frente de todos os outros (segundo Jobs). É um gosto ver a funcionar o sistema operativo, baseado no Mac OS X. Em vez de teclas ou de um estilete, é o dedo do utilizador que serve de apontador num écrã sensível de altíssima resolução. A forma como se fazem correr as opções (as listas de músicas ou os contactos do adress book, por exemplo) para cima e para baixo, com a ponta do dedo, ou a maneira genial de ampliar e reduzir as fotografias, afastando ou aproximando os dois dedos, são de deixar qualquer um a babar-se. Eu fiquei… E os detalhes! Por exemplo, quando se vira o telefone da vertical para a horizontal, ele reconhece a mudança e reenquadra as imagens ou o browser da web; quando se aproxima do ouvido, ele reconhece a proximidade e desliga automaticamente o écrã; se estivermos a ouvir música, ele suspende-a para receber uma chamada e volta a tocá-la quando desligamos; sem falar no Visual VoiceMail que, só por si, vale o preço do telefone: a possibilidade, desenvolvida em parceria com o operador Cingular, de ver quais as gravações de voicemail que nos esperam na caixa, e escolher a ordem por que as queremos ouvir… se quisermos. No final Steve Jobs fez uma demonstração de utilização real: recebeu uma chamada e, sem desligar, consultou o álbum fotográfico, seleccionou e enviou por email uma foto para o interlocutor, e foi à web procurar informações sobre cinemas para os dois verem nessa noite. Também poderia ter montado uma chamada de conferência com outros interlocutores, para combinar a ida ao cinema, ou procurado a localização do cinema no Google Maps, tudo coisas que o iPhone faz com a maior das simplicidades, e de forma perfeitamente intuitiva. Poderia também ter consultado um widget para saber o valor das acções da Apple, coisa que Jobs fez noutra parte da apresentação. Estas subiram 8% no decurso da apresentação, o que não surpreende, já que o mercado dos telefones portáteis representa, a nível mundial, um bilião de unidades por ano. Se o iPod fez o que fez pela saúde financeira da Apple, imagine-se o que o iPhone vai fazer. O iPhone vai ser lançado na América em Junho deste ano; na Europa só no último trimestre. Em que posição é que isso deixa Portugal? Não sei — mas sei que vou começar já a poupar dinheiro para ser dos primeiros na fila das encomendas. E espero que seja a TMN a fazer parceria com a Apple, á semelhança do que a Cingular fez nos EUA. Se não, ao fim de tantos anos de fidelidade, lá terei de mudar de operador, o que é uma chatice. Mas o iPhone merece.
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Nota prévia: este artigo foi escrito em Agosto de 2006 e, como tal, está provavelmente desactualizado. Infelizmente, dado que já não estou a viver em Angola nem lá fui recentemente, não posso corrigir as informações eventualmente ultrapassadas. Deixo-o, contudo, na esperança de que apesar disso ainda possa ser útil a alguém.
Estou a trabalhar na reescrita de uma série de televisão para a RTP, passada entre Portugal e Angola, no tempo presente e durante a guerra colonial. Lembraram-se de mim por causa do último guião que escrevi para o canal 1 (o telefilme “29 Golpes” da série “Amores”) e por estar aqui a viver em Luanda.
Este blogue foi criado pelo argumentista português João Nunes em 2005, em virtude de uma estadia prolongada em Angola. Muitos dos artigos mais antigos versam precisamente as curiosidades e contradições da vida nesse grande país.