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Sabatina 19-04-2008

    Na Sabatina desta semana, incluo links para sites de guionismo, referências para guionistas e dramaturgos, entrevistas, artigos de reflexão sobre a escrita em blogues e referências úteis para todos os freelancers. Espero que sejam matéria estimulante para as leituras de fim de semana.

    Mais filmagens do Santa Maria

      No fim de semana passado fui a Viana do Castelo acompanhar mais uma ronda de filmagens do “Assalto ao Santa Maria”. Era suposto ser uma noite de grande animação, com a cena do embarque no porto venezuelano de La Guaira, mas o tempo incerto obrigou-nos a filmar dentro do navio.

      Uma cara nova para o blogue

        A partir de hoje o blogue estreia duas novidades: uma cara nova, em jeito de magazine; e a adesão ao acordo ortográfico de 1990. Quanto à primeira, o resultado está à vista. Em relação ao acordo, mais vale começar já a habituar-me.

        Depoimento: mas uma ópera também tem guião?

          Há muito talento por aí, nós é que nem sempre estamos atentos quando ele surge. No depoimento que se segue Jorge Vaz Nande dá uma ideia dos desafios que enfrenta quem escreve um tipo de guião tão específico como o de ópera

          Scriptfrenzy: um mês para escrever um guião

            Scriptfrenzy é um evento internacional de escrita, não lucrativo, sem prémios nem resultados oficiais que desafia os participantes a escrever um guião de 100 páginas entre 1 e 30 de Abril de 2008.

            Filmagens de “O assalto ao Santa Maria”

              Começou a rodagem do filme “Assalto ao Santa Maria”, cujo guião eu escrevi para ser realizado pelo Francisco Manso. É a oportunidade de ver algumas imagens da rodagem.

              Vai uma rapidinha?

                Quero dizer – uma mini-ópera. Jorge Vaz Nande escreveu o libreto de “A Chorona” e o resultado vai estar em cena no São Luiz.

                Vejam cinema português: The Lovebirds

                  O que é o “cinema português” ? É muitas coisas diferentes, em muitos formatos, estilos e registos diferentes. E felizmente que assim é, ou não teríamos filmes como “The Lovebirds”, de Bruno de Almeida.