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escrita

Imagem do filme Deja Vu

O que é um “spec”?

    Quem trabalha há algum tempo na indústria do audiovisual, em posições relacionadas com a escrita, vai ouvir mais tarde ou mais cedo falar em “specs. Mas o que é então um “spec”, exatamente?

    Grandes Diálogos: Homenagem a Bruce Willis – I see dead people

      O mundo reagiu com surpresa e consternação à notícia de que Bruce Willis ia terminar prematuramente a sua carreira de ator, em consequência de problemas neurológicos que afetam as suas capacidades cognitivas. Em jeito de homenagem seleccionei um diálogo do guião memorável do filme “O Sexto Sentido”, a famosa cena com a revelação de “I see dead people”.

      A importância da primeira página

        A página inicial de um guião constitui a primeira oportunidade para conquistar a atenção dos leitores. Deve pois merecer a nossa melhor atenção, para garantir que aproveitamos todo o potencial da estória logo desde o seu arranque.

        Como apresentar os personagens

          A forma como apresentamos os nossos personagens é crucial para a experiência de leitura do guião que escrevemos. Sem o apoio da imagem e som, temos de recorrer às palavras certas para criar instantaneamente uma imagem indelével na mente do leitor.

          Grandes Diálogos: Miss Lady Hawk Herself 

            Mare of Easttown foi a melhor série de televisão que vi no ano passado, e isto não é dizer pouco. A cena que destaco hoje é uma das mais memoráveis do seu episódio piloto.

            Imagem do filme Halloween de 1978

            Ferramentas do guionista: a elipse narrativa – 2ª parte

              Neste artigo continuamos a estudar a elipse narrativa, essa poderosa ferramenta à disposição de todos os contadores de estórias. Além de analisar mais alguns exemplos da estória do cinema, vou também dar algumas sugestões de como as podemos usar nos nossos guiões.

              Ferramentas do guionista: a elipse narrativa – 1ª parte

                Os guionistas têm à sua disposição uma extensa gama de ferramentas que podem utilizar para enriquecer as suas obras. Uma das mais importantes é a elipse narrativa, uma ferramenta que é tão omnipresente que muitas vezes se torna invisível.