10 trailers impossíveis

Os trailers são feitos para cativar a audiência, dando-lhe uma ideia da estória que vão ver. Mas quantas estórias se podem contar com as imagens de um filme?

Já imaginou “Mary Poppins” como um filme de terror? E “The Shinning” como uma comédia? Este artigo do site This is Not Advertising reúne dez exemplos de trailers que resultariam dessas abordagens inesperadas. Deixo-lhe aqui o de Mary Poppins; visite o site para ver os restantes.

As quatro estruturas “desdramáticas”

O cartunista britânico Tom Gauld criou uma pequena ilustração no The New Yorker em que apresenta quatro estruturas narrativas “desdramáticas”; estórias em que não há realmente drama.

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Vejamos, então, quais são as quatro estruturas “desdramáticas” de Tom Gauld:

  1. Ignorando o monstro – o herói é confrontado por uma força antagonista e ignora-a até ela se ir embora.
  2. Acusação errada – o herói é injustamente acusado, mas não é muito grave e logo tudo se esclarece.
  3. O enigma não resolvido – a heroína é confrontada com um problema, mas é muito, muito difícil e ela acaba por desistir.
  4. Desejo decrescente – um homem quer alguma coisa. Mais tarde já não está tão certo. Pela hora do jantar esqueceu tudo acerca disso.

A ilustração é uma piada, como é óbvio, mas leva-nos, pela negativa, a reflectir sobre o que está na origem do drama. Recordo que, na minha definição, DRAMA = CONFLITO + SURPRESAS.

O que acontece neste cartoon, e que está na origem da sua graça, é que os “heróis” evitam deliberadamente todas as possibilidades de conflito ou surpresas. Confrontados com uma força antagonista, uma acusação errónea, um enigma pendente ou um desejo forte, limitam-se a ignorá-los, passivamente, desdramatizando cada uma das situações.

A pequena lição que podemos tirar, naturalmente, é que se os nossos heróis fizerem exactamente o oposto – se enfrentarem as forças antagónicas e não desistirem – estaremos mais perto de garantir o drama nas nossas estórias.

Via: TheNew Yorker =>

Os cartazes dos Óscares honestificados

Mais uma compilação de cartazes, desta vez dos nomeados para os Óscares, com títulos rescritos em versão hiper-honesta. Adorei a pseudo-citação do filme Boyhood: “As leis de trabalho infantil não se aplicam a Richard Linklater.” Completamente injusto para (quase) todos os filmes, mas muito divertido.

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Veja todos aqui =>

Onze cartazes honestificados

Divertido. Onze cartazes de cinema honestificados com textos de um crítico conhecido, Mark Kermode, da BBC Five. No poster de Terminator Salvation, por exemplo, podemos ler: “Posso garantir que Christian Bale sabe que [o filme] é uma porcaria e que ele está uma porcaria. Consigo ver o ar de pânico absoluto de alguém que sabe que está a fazer uma coisa que não devia”.

 

 

Ler mais =>

Código de computador em filmes

Com certeza já viram filmes em que o hacker de serviço consulta linhas e linhas de código de programação  no ecrã de um computador.

E, se forem como eu, talvez se tenham interrogado se esses códigos teriam algum sentido.

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Pois agora há um Tumblr que dá a resposta a essa questão premente. E a conclusão a que se chega é que, na maior parte dos casos, os códigos usados realmente têm um significado – só não é o que o filme indica.

Perca meia hora e divirta-se a ver os significados reais do código de computador em filmes aqui.

Via John August

Uma selecção de “ovos de Páscoa” escondidos nos filmes do Tarantino

Segundo a Wikipedia “um ovo de páscoa (ou easter egg, tradução para o inglês, como é mais conhecido) é qualquer coisa oculta, podendo ser encontrada em qualquer tipo de sistema virtual, incluindo músicas, filmes, videogames etc”. O nome vem da tradição americana de esconder ovos durante a Páscoa, para as crianças procurarem.

Os utilizadores do site Quora reuniram uma série de “Easter eggs” escondidos nos filmes de Quentin Tarantino, que vão desde o fato de treino do Bruce Lee ao seu fetiche de pés (do Tarantino, não do Bruce Lee).

Se tiver meia hora para perder agora, clique aqui. E tome cuidado – o Quora é viciante e as meias horas têm tendência a estender-se.

Descubra o seu signo no Zodíaco Geek

Qual é o seu signo geek?

James Wright e Josh Eckert estudaram o assunto e chegaram ao Zodíaco Geek que, à semelhança do Horóscopo chinês, define o signo da pessoa pelo ano de nascimento.

Veja aqui qual é o seu.

Já agora, repare que uma das características do Espião é o  "desenrascanço". As habilidades portuguesas já são lendárias.


Para os verdadeiros fãs do grande Lebowski, parte 2

Há uns tempos atrás publiquei um artigo dedicado aos fãs do Dude.

Como tudo o que é bom deve ser dobrado, aqui está outra oportunidade dos aficcionados mostrarem a sua devoção:

Para quem não tenha percebido, é um guia de "estilo" (sic) para viver como o Big Lebowski vivia. Pelos vistos com direito ao tapete e tudo.

O livro tem um tom muito bem humorado, irónico, e inclui dicas, conselhos, e muitos factos sobre o filme. Obrigatório.

Gráficos para analisar filmes

Há algum tempo atrás publiquei um artigo com os códigos de cores de filmes famosos. Um estudante de design resolveu levar essa análise um passo à frente com o projeto Cinemetrics.

O site merece alguns minutos de atenção, porque permite olhar para uma série de filmes famosos de um ponto de vista original.  Para ver, por exemplo, a comparação da quantidade de movimento de 2001 – Uma Odisseia no Espaço com a de Aliens. Não que fosse preciso uma sofisticada ferramenta tecnológica para perceber a diferença.

O projeto é apresentado neste vídeo.

Num outro registo, mais descontraído, um festival de cinema editou uma série de gráficos que ilustram os maus clichés cinematográficos. Muito divertido. O meu favorito é este:

Pode ver os outros aqui.

Os trinta melhores insultos entre cineastas

Genial, a lista de insultos entre grandes cineastas que o site Flavorwire compilou.

Além de muito divertida, tem um outro grande mérito: se um grande cineasta pode admitir que não gosta de outro, isso faz-nos as costas quentes para também não gostarmos – sem nos sentirmos completamente ignorantes.

É claro que o inverso também é verdade. Se um cineasta insulta vários outros que lhe são obviamente superiores, pode simplesmente querer dizer que é um idiota. Vide as várias citações de Vincent Gallo.

O meu insulto favorito é o de Werner Herzog acerca de Jean-Luc Godard: "Alguém como Jean-Luc Godard é para mim moeda intelectual falsificada se comparado com um bom filme de kung-fu."

Leia todos aqui e deixe os seus favoritos (ou outros que conheça) nos comentários.

Tabela Periódica dos Elementos… de uma história

Já se sentiu perdido no meio de um filme? Está a escrever mas não sabe que vilão é o melhor para si?

Então consulte a Tabela Periódica dos Elementos de uma história. Pode encontrar os vários tipos de estruturas e enredos, heróis e vilões, personagens arquetípicas e momentos de viragem.

Siga este link e tente encontrar a fórmula para alguns dos seus filmes preferidos!