Um AVC visto de dentro
A neuroanatomista Jill Bolte Taylor sofreu, há alguns anos atrás, um AVC muito grave. Este ano, num dos mais extraordinários TED:Talks a que já assisti,… Ler mais »Um AVC visto de dentro
João Nunes é um autor, guionista e storyteller apaixonado por contar estórias e ajudar outras pessoas e marcas a contar as estórias delas. Divide o seu tempo entre Portugal, Brasil e Angola, tendo já escrito mais de 3500 páginas de guiões produzidos de longas metragens, telefilmes, séries de televisão e curtas.
A neuroanatomista Jill Bolte Taylor sofreu, há alguns anos atrás, um AVC muito grave. Este ano, num dos mais extraordinários TED:Talks a que já assisti,… Ler mais »Um AVC visto de dentro
No fim de semana passado fui a Viana do Castelo acompanhar mais uma ronda de filmagens do “Assalto ao Santa Maria”. Era suposto ser uma noite de grande animação, com a cena do embarque no porto venezuelano de La Guaira, mas o tempo incerto obrigou-nos a filmar dentro do navio.
A partir de hoje o blogue estreia duas novidades: uma cara nova, em jeito de magazine; e a adesão ao acordo ortográfico de 1990. Quanto à primeira, o resultado está à vista. Em relação ao acordo, mais vale começar já a habituar-me.
Há muito talento por aí, nós é que nem sempre estamos atentos quando ele surge. No depoimento que se segue Jorge Vaz Nande dá uma ideia dos desafios que enfrenta quem escreve um tipo de guião tão específico como o de ópera
Scriptfrenzy é um evento internacional de escrita, não lucrativo, sem prémios nem resultados oficiais que desafia os participantes a escrever um guião de 100 páginas entre 1 e 30 de Abril de 2008.
Miguel acabou o seu guião e quer saber o que fazer agora. E eu digo-lhe.
Começou a rodagem do filme “Assalto ao Santa Maria”, cujo guião eu escrevi para ser realizado pelo Francisco Manso. É a oportunidade de ver algumas imagens da rodagem.
Quero dizer – uma mini-ópera. Jorge Vaz Nande escreveu o libreto de “A Chorona” e o resultado vai estar em cena no São Luiz.
O que é o “cinema português” ? É muitas coisas diferentes, em muitos formatos, estilos e registos diferentes. E felizmente que assim é, ou não teríamos filmes como “The Lovebirds”, de Bruno de Almeida.
Se os intervalos durante os filmes o irritam, veja aqui onde assinar uma petição contra.