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João Nunes

João Nunes é um autor, guionista e storyteller apaixonado por contar estórias e ajudar outras pessoas e marcas a contar as estórias delas. Divide o seu tempo entre Portugal, Brasil e Angola, tendo já escrito mais de 3500 páginas de guiões produzidos de longas metragens, telefilmes, séries de televisão e curtas.

Aprenda a escrever guiões no paraíso

    Comunicaram-me a realização deste workhop de escrita de cinema, que passo a divulgar. O curso de imersão total dura sete dias, e o preço inclui a estadia (no Algarve) e meia pensão.

    A gramática dos balões da banda desenhada

      A letragem dos balões na banda desenhada americana obedece a um conjunto de regras muito rigoroso. Este site contém as regras organizadas de forma completa e sistemática.

      Lançamento da revista Drama nº2 →

        A APAD – Associação Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos vai lançar no Porto o segundo número da revista Drama, dedicado ao humor. O lançamento é aberto ao público e incluirá a exibição de uma curta metragem.

        Desafio flashback: os vencedores

          No início da semana passada lancei aqui no site um desafio de escrita: criar um flashback que fosse a continuação de uma cena que eu apresentei como 'mote'.

          A resposta foi ainda melhor do que eu esperava: recebi onze propostas de flashbacks, uma das quais poucas horas depois do desafio ser publicado.  O nível geral das propostas foi bastante elevado, e um leitor entusiástico escreveu mesmo um guião de vinte e oito páginas, em que o flashback se prolongava até uma conclusão da estória.

          Enfim, foi um sucesso.

          Durante este fim de semana estive a ler cuidadosamente todas as cenas, analisando e pontuando as componentes 'ideia', 'técnica', e 'diálogos'. Com base nessa pontuação uma delas destacou-se como melhor cena, embora muito perto das três outras propostas que ficaram no pódio.

          Está pois na hora de anunciar os premiados.

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          Uma carta aberta sobre o cinema português

            O realizador António Ferreira e o guionista Miguel Rosa publicam no jornal Público de hoje 1 uma muito interessante carta aberta 2  à ministra da Cultura, sobre a situação dos subsídios à produção cinematográfica em Portugal.

            António Ferreira e Miguel Rosa recusam a falsa dicotomia entre cinema de autor e comercial, porque as reduzidas dimensões do mercado português impedem qualquer filme nacional de alguma vez ser rentável. Mesmo o cinema comercial necessita, em Portugal, de apoios, pois nem as receitas de bilheteira dos maiores sucessos chegam para garantir a sua rentabilidade.

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            “Vivemos de acordo com as ficções em que acreditamos. Quanto mais rica for a produção de mitos, heróis e personagens de um país, mais rico é esse país.” –Nuno Artur Silva

              “Vivemos de acordo com as ficções em que acreditamos. Quanto mais rica for a produção de mitos, heróis e personagens de um país, mais rico é esse país. Seria interessante, por um lado, [produzir] informaçao diversificada, viva, polémica, a várias vozes, e,por outro, ter conteúdos de programação, produzidos nacionalmente, que falem do nosso património, fazer mais documentários, mais filmes, mais séries, e não se reduzir tudo na telenovela. Isso era óptimo para enriquecer a imaginação e a memória dos portugueses.” –Nuno Artur Silva, in Pública, 18 de abril de 2010

              E se houvesse Oscares para os sites dos filmes →

                O site de webdesign Smashing Magazine fez uma fantástica recolha de sites de filmes (americanos), organizando-os por categorias, como nos Oscares: melhor site, melhor interatividade, melhores conteúdos, etc.

                Adèle Blanc-Sec estreia hoje em França. E por cá?

                  Estreia hoje em França o filme com as extraordinárias aventuras de Adèle Blanc-Sec, escritora, mulher independente, e aventureira a braços com monstros, múmias e manifestações paranormais. Além de muitos homens invulgarmente imbecis. Espero que não demore a chegar cá, porque o trailer promete.