Workshop de guionismo com Michael Sandoval
Michael Sandoval dá três workshops de escrita e realização em Lisboa e no Porto.
João Nunes é um autor, guionista e storyteller apaixonado por contar estórias e ajudar outras pessoas e marcas a contar as estórias delas. Divide o seu tempo entre Portugal, Brasil e Angola, tendo já escrito mais de 3500 páginas de guiões produzidos de longas metragens, telefilmes, séries de televisão e curtas.
Michael Sandoval dá três workshops de escrita e realização em Lisboa e no Porto.
James Cameron fala nas conferências TED – Tecnology, Entertainment and Design.
Uma engraçada lista de lugares comuns dos filmes de Hollywood. É fugir deles como do Diabo…
Carta de Norman MacLean, recusando com firmeza e classe uma solicitação de manuscrito de Charles Elliot, editor da casa Alfred A. Knopf.
Update: Coloquei este artigo disponível para download na secção de Recursos ou aqui mesmo:
Como guionistas, o nosso trabalho assume na maior parte das vezes uma forma imaterial. Os guiões que escrevemos no computador são apenas bites e bytes que enviamos por email sob a forma de ficheiros .pdf, .doc ou .fdx, e que arquivamos nas frágeis superfícies magnéticas dos discos rígidos dos nossos computadores.
A sua imaterialidade faz-nos esquecer muitas vezes como é fácil perder esse tipo de documentos: um ‘delete’ acidental, a morte súbita de um disco rígido, ou o roubo de um computador é quanto basta para fazer desaparecer meses de trabalho. É por isso que é fundamental, para qualquer guionista consciente, ter uma estratégia de backup sólida, e respeitar essa estratégia sem falhas.
"Durante o almoço, Wallace e eu falámos do livro, tentando esclarecer todos os seus mistérios. A Bruxa era mesmo Jenny Hill? Quem era a Rapariga no Rio? Wallace tinha respostas, mas o mais impressionbante é que não insistia em estar certo. Tudo estava aberto a interpretação. Não considerava nado no seu livro como sagrado e intocável."
John August, acerca da adaptação de "Big Fish"
Este artigo é a segunda parte de uma série de dois dedicados à adaptação de romances para cinema. O primeiro artigo pode ser encontrado aqui.
Como disse antes, já tive a oportunidade de adaptar três obras literárias para guião, e ainda trabalhei em mais três projetos de adaptação que, por razões diversas, não passaram das primeiras fases. O meu método de trabalho acabou por ser, em todos estes projetos, muito semelhante. Por isso acho que pode ser interessante partilhá-lo aqui, mesmo sabendo que cada argumentistas encontrará, naturalmente, o seu método próprio.
O mestre dos argumentos de filmes de acção dos anos 80, Shane Black, que entre outros escreveu os da série “Arma Mortífera”, deu uma entrevista ao “The Guardian” em que resume os dez elementos essenciais para escrever um bom filme do género.
As curtas metragens do projeto “O Dez” chegam ao fim com o “Epílogo”. Espero que vos surpreenda.
Quer conhecer melhor os seus personagens? Obrigue-os a responder a estas 100 questões.
As curtas metragens de “O Dez” vão passar este fim de semana na RTP 1.