A minha casa dava um filme

Alguma vez sonhou morar numa casa de um filme?

Então a oportunidade bateu-lhe à porta. Esperam-no duas mansões que fazem já parte da história do cinema.

Só precisa de ir a Nova Iorque com 3 milhões de dólares para adquirir a casa de Vito Corleone. A mansão d' O Padrinho está à venda desde Dezembro, depois de pertencer à mesma família por mais de 50 anos.

Quem se pode esquecer do cenário onde foi celebrado o casamento que abre a saga de Francis Ford Coppola? Se precisar de refrescar a memória, acompanhe aqui em baixo uma tour à mansão.

Palavras para quê? Face ao seu lugar inegável na história do cinema, o que são 8 quartos, 2 lareiras, piscina e pub inglês na cave?

No entanto, se precisar de mais quartos, pode sempre ir até aos subúrbios de Chicago, onde uma mansão de tijolos vermelhos e 14 quartos o aguarda por 2,4 milhões de dólares. Não me peguntem em que estado é que está, depois da coça que o pequeno Kevin de Sózinho em Casa deu aos bandidos que tentaram lá entrar, mas a julgar pela fama de que goza entre ladrões, pelo menos não precisará de instalar alarme.

Mas se acha tudo isto muito elevado, porque não lhes faz uma proposta que eles não possam recusar?

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2 comentários

  • berni ferreira 12/05/2011   Deixe uma resposta a →

    artigo excelente!

    gostei muito da forma como abordou uma notícia que, explorada de forma errada, não passaria de uma curiosidade demasiado cor-de-rosa para estar aqui.
    Os dois filmes são marcos inegárveis da história do cinema americano e adorei vê-los serem aqui mencionados de uma forma mais criativa do que seria de esperar.

    Aproveito para deitar mais lenha na fogueira: durante a minha estadia em Lisboa, como estudante, convivi durante cinco anos com muita gente distinta:

    cheguei a morar com romenos, chineses, uma mãe solteira, uma obsessiva compulsiva, e vi coisas como uma gravidez indesejada que acabou com uma emigração para Inglaterra, com episódios do mais cómico possível nos entretantos (p.ex.: a namorada estar a tocar a campainha à entrada do prédio e eu ter de dizer à senhoria que quem estava a tocar me vinha buscar para uma saída…)

    São estes contributos que fazem deste blog (ou blogue, para aqueles que assim preferirem) aquilo que é: uma excelente fonte de informação, mas, acima de tudo, uma fonte de estímulo… É que este artigo veio relembrar-me que uma vez pensei em transformar essa casa lisboeta numa série… E, certamente, este “A minha casa dava um filme” dava era um título para um filme…

    e bem, creio que já chega de comentário, que daqui a mais pode tornar-se mais longo do que o artigo em si… as minhas desculpas…

    e parabéns, porque o artigo é muito bom! Keep it up!

    cumprimentos,

    Berni

  • Obrigado pelas palavras gentis. Fico feliz por se ter sentido inspirado e espero que venha a transformar em realidade essa ideia duma série numa casa lisboeta ;)

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