Nada se cria, tudo se transforma

Até os grandes homenageiam / se inspiram / roubam descaradamente os que vieram antes.

Exemplo em questão: Kubrick inspirou-se no filme mudo The Phantom Carriage, para criar uma das cenas mais famosas deThe Shinning.

Se Kubrick pôde fazê-lo, o que o impede a si de introduzir uma pequena “homenagem” aqui e ali?

As regras são simples:

  • Tenha cuidado para não “homenagear” o sucesso de bilheteira que acabou de ver na sala. Pode ser mal interpretado.
  • Quanto mais obscuro for o filme em que se inspirar mais satisfeitos se vão sentir os cinéfilos que o entenderem / decifrarem / desmascararem.
  • A cena que homenagear deve fazer sentido na sua estória (não coloque o final do King Kong no seu pequeno drama familiar).
  • Se possível, melhore a cena.
  • Se tiver o génio de Kubrick, transforme-a num momento icónico da história do cinema.
Nada se cria, tudo se transforma

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João Nunes

João Nunes é um autor, guionista e storyteller que gosta de ajudar os outros a contar as suas próprias estórias. Divide o seu tempo entre Angola, Brasil e Portugal e já escreveu mais de 3500 páginas de guiões produzidos de curtas e longas metragens, telefilmes e séries de televisão.