As dez perguntas a que Lost não respondeu →
Para os fans da série Lost, que não perderam com certeza o último episódio, neste domingo, aqui ficam os 10 mistérios que não ficaram convenientemente explicados.
João Nunes é um autor, guionista e storyteller apaixonado por contar estórias e ajudar outras pessoas e marcas a contar as estórias delas. Divide o seu tempo entre Portugal, Brasil e Angola, tendo já escrito mais de 3500 páginas de guiões produzidos de longas metragens, telefilmes, séries de televisão e curtas.
Para os fans da série Lost, que não perderam com certeza o último episódio, neste domingo, aqui ficam os 10 mistérios que não ficaram convenientemente explicados.
Um anúncio da Nike com o Cristiano Ronaldo no terceiro acto ensina a contar uma história – aliás, várias – só com imagens.
Alguém se deu ao trabalho de fazer uma compilação de todas as mortes que ocorreram nas seis temporadas da série “Lost”, que termina este fim de semana. Podem vê-las aqui.
Recebi ontem a comunicação da criação de um site dedicado à divulgação de guiões originais de autores portugueses. Chama-se “Zurrapa – o caixote de lixo dos argumentistas”. Não sei se o nome foi muito bem escolhido…
Um leitor quer saber se pode usar referências a figuras conhecidas ou filmes nos diálogos do seu guião.
“Este filme vai ser um desastre, porque é que ninguém me acredita? Estou a pensar dar um tiro na cabeça.” –Francis Ford Coppola, no documentário Hearts of Darkness sobre a rodagem de Apocalipse Now
Num filme podemos ver uma sequência de imagens que nos mostra/revela que um personagem está num local a fazer uma coisa e ao mesmo tempo outra personagem está a fazer outra coisa noutro local. Como podemos descrever essa sintonia de tempo, com personagens e tarefas diferentes de cada um? — Ana
Cara Ana, a sua pergunta pode a referir-se a duas coisas diferentes. Como não tenho a certeza vou tentar esclarecer ambas.
Uma primeira possibilidade, muito comum, é as duas (ou mais) acções serem apresentadas sequencialmente, intercaladas uma com a outra. Já escrevi sobre uma sequência famosa com essas características neste artigo sobre o clímax do filme O Padrinho. Pode consultá-lo para informação mais detalhada.
Numa situação destas o normal será escrever cada cena normalmente, intercalando-as no guião exatamente na ordem em que deverão ser intercaladas no filme. Para reforçar podemos dar a indicação, entre as cenas, de que estas são intercaladas. Vejamos como:
Já está disponível para baixar o número 23 da revista de cinema Take. Seis páginas deste número são dedicados ao projeto de curtas-metragens O Dez, incluindo uma entrevista comigo.
Joe Eszterhas, um dos guionistas mais bem pagos de sempre, escreveu um artigo divertido no The Independent, com dicas sobre como sobreviver em Hollywood. Nele inclui o seu método de trabalho para escrever um guião em oito semanas.
Um leitor enviou-me o link mais fantástico que poderia imaginar: um site onde se podem ouvir (e baixar) as 25 gravações originais da entrevista que Alfred Hitchcock deu a François Truffaut.