Aprenda a escrever guiões no paraíso
Comunicaram-me a realização deste workhop de escrita de cinema, que passo a divulgar. O curso de imersão total dura sete dias, e o preço inclui a estadia (no Algarve) e meia pensão.
Robert McKee aconselha os empresários a contar estórias
Um vídeo interessante de Robert McKee, no site BigThink, aconselhando a utilização de estórias como alternativa aos tradicionais powerpoints.
Não se esqueça de caçar os fantasmas
Já abordei várias vezes o processo da rescrita, mas hoje lembrei-me de um tema que não explorei nesses artigos: os fantasmas.
A gramática dos balões da banda desenhada
A letragem dos balões na banda desenhada americana obedece a um conjunto de regras muito rigoroso. Este site contém as regras organizadas de forma completa e sistemática.
Lançamento da revista Drama nº2 →
A APAD – Associação Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos vai lançar no Porto o segundo número da revista Drama, dedicado ao humor. O lançamento é aberto ao público e incluirá a exibição de uma curta metragem.
Desafio flashback: os vencedores
No início da semana passada lancei aqui no site um desafio de escrita: criar um flashback que fosse a continuação de uma cena que eu apresentei como 'mote'.
A resposta foi ainda melhor do que eu esperava: recebi onze propostas de flashbacks, uma das quais poucas horas depois do desafio ser publicado. O nível geral das propostas foi bastante elevado, e um leitor entusiástico escreveu mesmo um guião de vinte e oito páginas, em que o flashback se prolongava até uma conclusão da estória.
Enfim, foi um sucesso.
Durante este fim de semana estive a ler cuidadosamente todas as cenas, analisando e pontuando as componentes 'ideia', 'técnica', e 'diálogos'. Com base nessa pontuação uma delas destacou-se como melhor cena, embora muito perto das três outras propostas que ficaram no pódio.
Está pois na hora de anunciar os premiados.
Uma carta aberta sobre o cinema português
O realizador António Ferreira e o guionista Miguel Rosa publicam no jornal Público de hoje 1 uma muito interessante carta aberta 2 à ministra da Cultura, sobre a situação dos subsídios à produção cinematográfica em Portugal.
António Ferreira e Miguel Rosa recusam a falsa dicotomia entre cinema de autor e comercial, porque as reduzidas dimensões do mercado português impedem qualquer filme nacional de alguma vez ser rentável. Mesmo o cinema comercial necessita, em Portugal, de apoios, pois nem as receitas de bilheteira dos maiores sucessos chegam para garantir a sua rentabilidade.
“Vivemos de acordo com as ficções em que acreditamos. Quanto mais rica for a produção de mitos, heróis e personagens de um país, mais rico é esse país.” –Nuno Artur Silva
“Vivemos de acordo com as ficções em que acreditamos. Quanto mais rica for a produção de mitos, heróis e personagens de um país, mais rico é esse país. Seria interessante, por um lado, [produzir] informaçao diversificada, viva, polémica, a várias vozes, e,por outro, ter conteúdos de programação, produzidos nacionalmente, que falem do nosso património, fazer mais documentários, mais filmes, mais séries, e não se reduzir tudo na telenovela. Isso era óptimo para enriquecer a imaginação e a memória dos portugueses.” –Nuno Artur Silva, in Pública, 18 de abril de 2010
E se houvesse Oscares para os sites dos filmes →
O site de webdesign Smashing Magazine fez uma fantástica recolha de sites de filmes (americanos), organizando-os por categorias, como nos Oscares: melhor site, melhor interatividade, melhores conteúdos, etc.









