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Mais um site de guionismo em português

    No fim do ano passado surgiu um novo site sobre escrita de guião, o “Dicas de Roteiro”. Visitem, comentem, e não deixem de partilhar aqui no blogue outros sites de guionismo que eu ainda desconheça.

    O frenesi está de volta

      Dia 1 de Abril marca o regresso do Script Frenzy, o ‘frenesi do guião’. Já escrevi sobre a iniciativa em anos anteriores, mas para quem não esteja a par, passo a resumir do que se trata.

      Masterclass com Julian Doyle

        A London Film Academy (LFA) e a Algarve Film Commission (AFC), promovem no próximo dia 10 de Abril, em Portimão, a apresentação do projecto de uma “Escola de Cinema de Verão”com uma “masterclass” liderada pelo realizador, editor e escritor Julian Doyle (‘Monty Python’s Life of Brian’ e ‘Brazil’).

        O preço da tranquilidade

          Update: Coloquei este artigo disponível para download na secção de Recursos ou aqui mesmo:

          Como guionistas, o nosso trabalho assume na maior parte das vezes uma forma imaterial. Os guiões que escrevemos no computador são apenas bites e bytes que enviamos por email sob a forma de ficheiros .pdf, .doc ou .fdx, e que arquivamos nas frágeis superfícies magnéticas dos discos rígidos dos nossos computadores.

          A sua imaterialidade faz-nos esquecer muitas vezes como é fácil perder esse tipo de documentos: um ‘delete’ acidental, a morte súbita de um disco rígido, ou o roubo de um computador é quanto basta para fazer desaparecer meses de trabalho. É por isso que é fundamental, para qualquer guionista consciente, ter uma estratégia de backup sólida, e respeitar essa estratégia sem falhas.

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          Como adaptar um romance para cinema – II

            “Durante o almoço, Wallace e eu falámos do livro, tentando esclarecer todos os seus mistérios. A Bruxa era mesmo Jenny Hill? Quem era a Rapariga no Rio? Wallace tinha respostas, mas o mais impressionbante é que não insistia em estar certo. Tudo estava aberto a interpretação. Não considerava nada no seu livro como sagrado e intocável.”

            John August, acerca da adaptação de “Big Fish”

            Este artigo é a segunda parte de uma série de dois dedicados à adaptação de romances para cinema. O primeiro artigo pode ser encontrado aqui.

            Como disse antes, já tive a oportunidade de adaptar três obras literárias para guião, e ainda trabalhei em mais três projetos de adaptação que, por razões diversas, não passaram das primeiras fases. O meu método de trabalho acabou por ser, em todos estes projetos, muito semelhante. Por isso acho que pode ser interessante partilhá-lo aqui, mesmo sabendo que cada argumentistas encontrará, naturalmente, o seu método próprio.

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