Mais um site de guionismo em português
No fim do ano passado surgiu um novo site sobre escrita de guião, o “Dicas de Roteiro”. Visitem, comentem, e não deixem de partilhar aqui no blogue outros sites de guionismo que eu ainda desconheça.
No fim do ano passado surgiu um novo site sobre escrita de guião, o “Dicas de Roteiro”. Visitem, comentem, e não deixem de partilhar aqui no blogue outros sites de guionismo que eu ainda desconheça.
Dia 1 de Abril marca o regresso do Script Frenzy, o ‘frenesi do guião’. Já escrevi sobre a iniciativa em anos anteriores, mas para quem não esteja a par, passo a resumir do que se trata.
David Mamet escreveu um memorando notável sobre escrita dramática. Achei-o tão importante que resolvi traduzi-lo para português.
A London Film Academy (LFA) e a Algarve Film Commission (AFC), promovem no próximo dia 10 de Abril, em Portimão, a apresentação do projecto de uma “Escola de Cinema de Verão”com uma “masterclass” liderada pelo realizador, editor e escritor Julian Doyle (‘Monty Python’s Life of Brian’ e ‘Brazil’).
Michael Sandoval dá três workshops de escrita e realização em Lisboa e no Porto.
James Cameron fala nas conferências TED – Tecnology, Entertainment and Design.
Uma engraçada lista de lugares comuns dos filmes de Hollywood. É fugir deles como do Diabo…
Carta de Norman MacLean, recusando com firmeza e classe uma solicitação de manuscrito de Charles Elliot, editor da casa Alfred A. Knopf.
Update: Coloquei este artigo disponível para download na secção de Recursos ou aqui mesmo:
Como guionistas, o nosso trabalho assume na maior parte das vezes uma forma imaterial. Os guiões que escrevemos no computador são apenas bites e bytes que enviamos por email sob a forma de ficheiros .pdf, .doc ou .fdx, e que arquivamos nas frágeis superfícies magnéticas dos discos rígidos dos nossos computadores.
A sua imaterialidade faz-nos esquecer muitas vezes como é fácil perder esse tipo de documentos: um ‘delete’ acidental, a morte súbita de um disco rígido, ou o roubo de um computador é quanto basta para fazer desaparecer meses de trabalho. É por isso que é fundamental, para qualquer guionista consciente, ter uma estratégia de backup sólida, e respeitar essa estratégia sem falhas.
“Durante o almoço, Wallace e eu falámos do livro, tentando esclarecer todos os seus mistérios. A Bruxa era mesmo Jenny Hill? Quem era a Rapariga no Rio? Wallace tinha respostas, mas o mais impressionbante é que não insistia em estar certo. Tudo estava aberto a interpretação. Não considerava nada no seu livro como sagrado e intocável.”
John August, acerca da adaptação de “Big Fish”
Este artigo é a segunda parte de uma série de dois dedicados à adaptação de romances para cinema. O primeiro artigo pode ser encontrado aqui.
Como disse antes, já tive a oportunidade de adaptar três obras literárias para guião, e ainda trabalhei em mais três projetos de adaptação que, por razões diversas, não passaram das primeiras fases. O meu método de trabalho acabou por ser, em todos estes projetos, muito semelhante. Por isso acho que pode ser interessante partilhá-lo aqui, mesmo sabendo que cada argumentistas encontrará, naturalmente, o seu método próprio.