Ajude a Violeta, a fada de uma asa só
Uma pequena estória infantil que escrevi no ano passado vai ganhar vida num projeto de crowd funding que vai ajudar uma instituição de apoio a crianças com necessidades especiais.
Uma pequena estória infantil que escrevi no ano passado vai ganhar vida num projeto de crowd funding que vai ajudar uma instituição de apoio a crianças com necessidades especiais.
O Pedro Lopes é um homem de muitos talentos e sucesso incontestável, ou talvez de muitos sucessos e talento incontestável. Certo, certo, é que já o devia ter entrevistado há muito tempo. Mas, como se pode perceber nesta entrevista, mais vale tarde do que nunca.
Ninguém precisa saber que tiveste de aprender a escrever. Deixa-os pensar que já nasceste assim. —Ernest Hemingway
O ritmo narrativo varia muito não só de estória para estória mas também dentro de uma mesma estória, dependendo do momento da narrativa em que estamos. Como tal, é importante que nós, autores, dominemos várias formas de o controlar e modular, para o tornar adequado às nossas intenções dramáticas.
Escrever um guião, em última instância, é escrever todas as cenas individuais que o compõem. E cada uma destas cenas deve cumprir três funções, que são o tema deste artigo.
Uma das cenas mais famosas de “É Tudo Bons Rapazes/Good Fellas” não está no guião de rodagem do filme. A transcrição desse diálogo, que hoje publico, é uma pequena homenagem ao imenso talento de Ray Liotta, que faleceu há alguns dias atrás.
Comecei recentemente a publicar alguns vídeos sobre diversos aspectos da escrita audiovisual num canal no YouTube. Se o formato vídeo lhe agrada, talvez lhe interesse verificar o que ando lá a fazer.
No ano passado tive o prazer de contribuir com a estória e texto para um pequeno filme educativo de animação, com o objetivo de promover a prevenção e combate à malária em Angola, “A Mosquita Fobada”.
O que é um contrato de “opção”, esse conceito que aparece tantas vezes mencionado na imprensa da especialidade da indústria audiovisual?
Foi revelado recentemente a imagem da escaleta que o guionista Paul Schrader usou durante a escrita do filme “A Costa dos Mosquitos”. É uma pequena janela aberta sobre o processo criativo de um dos melhores guionistas americanos de sempre.