Dicas de escrita do FrenesiDeEscrita 2013
Como forma de incentivar os participantes do FrenesiDeEscrita 2013 tenho-lhes enviado um email diário com uma dica de escrita. Neste artigo recolho as cinco dicas desta primeira semana.
Como forma de incentivar os participantes do FrenesiDeEscrita 2013 tenho-lhes enviado um email diário com uma dica de escrita. Neste artigo recolho as cinco dicas desta primeira semana.
Os autores de qualquer projecto, criativo ou de outra natureza, passam invariavelmente por diferentes fases até à sua conclusão. Os guionistas não são excepção, por isso têm todo o interesse em conhecer essas cinco fases da escrita do guião.
Como este ano não haverá ScriptFrenzy em Abril decidi criar o meu próprio desafio de escrita: o FrenesiDeEscrita. E para o tornar mais atraente vou oferecer três prémios especiais.
Neste novo artigo do curso, primeiro de uma série de três, vou abordar algumas estruturas de guião que fogem ao modelo clássico que tem sido estudado neste curso.
A cerimónia dos Oscares 2013 confirmou algumas previsões, nomeadamente de que neste ano os prémios seriam muito divididos. Nas categorias de argumento acertei num dos candidatos, mas falhei no outro.
Agora que a grande festa dos Oscares, como os jornalistas gostam de dizer, está de novo a chegar, achei interessante republicar um artigo de 2010 que dá alguma informação intemporal e, acredito, útil.
Ao refletir sobre o guião de “Lincoln” chamaram-me a atenção três técnicas usadas pelo guionista Tony Kushner. São três poderosas ferramentas que estão à disposição dos guionistas e que em Lincoln são muito bem aproveitadas.
Na caça ao Óscar de Melhor Argumento os estúdios prestam um bom serviço aos guionistas, colocando na net os guiões em que apostam.
Encontrei recentemente no site No Film School um artigo com vinte dicas que ajudaram o autor a chegar ao fim do seu guião.
No artigo de hoje vamos analisar não o formato técnico de uma página de guião mas antes a sua aparência – a sua “impressão digital”, se assim podemos dizer.