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técnica

Lee Hall sobre a escrita do guião de “Billy Elliot”.

    O TimesOnline publicou uma série de depoimentos de guionistas ingleses sobre o processo de escrita de filmes tão diversos como “Shakespeare in love” ou “Trainspotting”. Um desses depoimentos é de Lee Hall, cujo primeiro guião deu origem ao aclamado filme “Billy Elliot”.

    Expiação – entrevista com o guionista Christopher Hampton

      O jornal “O Público” de sexta-feira passada, dia 18 de Janeiro de 2008, publica uma interessante entrevista telefónica com o guionista Christopher Hampton, responsável pela excelente adaptação a guião do romance “Expiação” (“Atonement”).

      Terceiro aniversário

        joaonunes.com celebrou dia 12 o seu terceiro aniversário. E eu apresento os meus planos para o futuro.

        Guionistas europeus apoiam colegas americanos

          Na sequência da greve de argumentistas que neste momento está em curso nos Estados Unidos, a Federação de Argumentistas da Europa emitiu um comunicado de imprensa solidarizando-se com a luta e objectivos dos colegas americanos.

          Curso #6: Encontrar a ideia (2)

            Continuamos neste artigo a ver como os guionistas podem arranjar inspiração para as suas obras. Desta vez exploramos a tradição e as adaptações de outras obras.

            Depoimento: Tiago Santos e a escrita de “Call girl”

              O Tiago Santos é o segundo convidado desta série especial de depoimentos de guionistas. Como se diz dos futebolistas, o Tiago está a atravessar um bom momento de forma. Os três últimos guiões em que trabalhou  receberam luz verde: “Atrás da nuvens”, que já estreou este ano; “Call girl”, que é um dos filmes mais aguardados da rentrée; e “Star Crossed”, que vai entrar em breve em rodagem. Lendo as suas palavras é fácil perceber porquê.

               

              Putas, Polícias e Políticos: a origem de “Call Girl”

              Vi uma segunda montagem do ‘Call Girl’ há poucos dias atrás. Em casa de António-Pedro Vasconcelos (APV), estávamos acompanhados pela sua esposa e a minha irmã. As imagens e os diálogos ainda não acompanhados por música passavam num ecrã plasma. Se a minha vida fosse um filme (não é, é muito mais aborrecida do que isso), este era o momento perfeito para um flashback. ‘Close up’ na cara do argumentista, um sorriso enigmático, fade to black.

              (só agora é que percebi que, se a minha vida fosse um filme, aparentemente era bastante mal realizado)

              Ler mais »Depoimento: Tiago Santos e a escrita de “Call girl”