Baques
Sinto sempre um baque no coraíão quando um agente da polícia olha para mim na rua, ou faz um movimento inesperado. Imagino que me vai… Ler mais »Baques
Sinto sempre um baque no coraíão quando um agente da polícia olha para mim na rua, ou faz um movimento inesperado. Imagino que me vai… Ler mais »Baques
Conforme vou lendo e anotando o romance, e passando essas anotações para o software de estruturação, começam a surgir ideias para o guião. Algumas têm… Ler mais »O fluxo das ideias
O software Montage, com que comecei a fazer a estrutura da adaptação, foi uma desilusão. Já nem sequer tem a desculpa de ser uma versão beta, porque já baixei a versão 1.0 e nem por isso está melhor.Ler mais »Mudança de software
Depois de um primeiro fim de semana de trabalho (e atendendo a que, por enquanto, só posso trabalhar neste projecto aos fins de semana e noites) estimo umas três semanas para acabar esta fase de leitura anotada e de levantamento dos principais elementos do romance.Ler mais »Estimativas
Agora mesmo, enquanto estou aqui na net, houve um acidente automóvel em frente da minha casa. Ouvi a travagem e o som seco do choque… Ler mais »Acidente
Já reli e anotei as primeiras 90 páginas do livro. Dessa leitura ressaltam mais dois problemas específicos que vão exigir uma atenção especial: a questão dos flashbacks e o contexto político da história.
Ler mais »Opções e equilíbriosEstou a reler o romance que vou adaptar, tomando notas para refrescar a memória que retive da primeira leitura.
Como já suspeitava, o desafio maior vai ser decidir o que deixar de fora. O livro tem uma riqueza de material de base – personagens, situaíões, referências, até diálogos – muito superior ao que um filme de hora e meia ou duas horas pode comportar. Mas esta necessidade de cortar e eliminar cria um paradoxo: a necessidade de criar novas cenas, eventualmente novos personagens, para preencher os buracos que os cortes entretanto geraram.Ler mais »Primeiras notas de leituras