Roteiros para download
A coleção Aplausos lançou uma versão online onde roteiros de filmes brasileiros como “Estômago” ou “As melhores coisas do mundo” podem ser baixados gratuitamente.
Do sofá à meia maratona em seis meses
Os argumentistas e escritores devem introduzir o exercício físico regular nos seus hábitos. É uma questão de sobrevivência.
Investigando histórias reais
Atualmente é bem mais fácil ter acesso a documentos, cartas, imagens para se montar uma boa história.
“Se não pintares, não podes ser pintor; se não escreveres, não podes ser escritor; se não filmares qualquer coisa, não és um cineasta. (…) É melhor falhar no que se faz do que não fazer nada. Se ganhares ganhas, se perderes também ganhas.” — Julian Schabel
“Se não pintares, não podes ser pintor; se não escreveres, não podes ser escritor; se não filmares qualquer coisa, não és um cineasta. (…) É melhor falhar no que se faz do que não fazer nada. Se ganhares ganhas, se perderes também ganhas.” — Julian Schabel, via BigThink
Panorama – Documentários no São Jorge
O Panorama – 5ª Mostra do Documentário Português, abre hoje, no cinema São Jorge, em Lisboa, com a exibição de “Cenas da Luta de Classes em Portugal”, de Philip Spinelli e Robert Kramer, às 21h30.
Acompanhe a rodagem do novo filme de Fernando Meirelles
O realizador Fernando Meirelles criou um blogue onde está a colocar artigos sobre a rodagem do seu novo filme “360”.
Veja os primeiros seis minutos de “Sucker Punch”
Está aí a estrear “Sucker Punch”, o novo filme realizado por Zack Snider. Os primeiros seis minutos do filme podem ser analisados como uma lição na arte de contar uma história sem dizer uma palavra.
“Escrever um argumento de um filme é como sair de uma sala de cinema e apercebermo-nos de que o filme que acabámos de ver não existe e depois ser motivado a contá-lo, tim-tim por tim-tim, a um amigo imaginário que é totalmente surdo, com o qual apenas conseguimos comunicar… escrevendo!” — Fernando Fragata
“Escrever um argumento de um filme é como sair de uma sala de cinema e apercebermo-nos de que o filme que acabámos de ver não existe e depois ser motivado a contá-lo, tim-tim por tim-tim, a um amigo imaginário que é totalmente surdo, com o qual apenas conseguimos comunicar… escrevendo!” — Fernando Fragata, autor e realizador







