Flashback: Maio 2007
Há um ano atrás estive particularmente activo neste blogue. Talvez valha a pena recordar algum desses artigos.
Há um ano atrás estive particularmente activo neste blogue. Talvez valha a pena recordar algum desses artigos.
Há um ano atrás, em Abril de 2007, escrevi neste blogue alguns artigos que continuam a ser muito procurados e lidos. Recordo-os aqui.
Um guionista pode aumentar consideravelmente as probabilidades do seu guião ser produzido se tiver o cuidado de evitar uma série de elementos que contribuem para encarecer a produção de um filme. Descubra aqui quais são esses elementos.
“Julgamento” estreou hoje e eu faço uma primeira análise do filme.
O Tiago Santos é o segundo convidado desta série especial de depoimentos de guionistas. Como se diz dos futebolistas, o Tiago está a atravessar um bom momento de forma. Os três últimos guiões em que trabalhou receberam luz verde: “Atrás da nuvens”, que já estreou este ano; “Call girl”, que é um dos filmes mais aguardados da rentrée; e “Star Crossed”, que vai entrar em breve em rodagem. Lendo as suas palavras é fácil perceber porquê.
Vi uma segunda montagem do ‘Call Girl’ há poucos dias atrás. Em casa de António-Pedro Vasconcelos (APV), estávamos acompanhados pela sua esposa e a minha irmã. As imagens e os diálogos ainda não acompanhados por música passavam num ecrã plasma. Se a minha vida fosse um filme (não é, é muito mais aborrecida do que isso), este era o momento perfeito para um flashback. ‘Close up’ na cara do argumentista, um sorriso enigmático, fade to black.
(só agora é que percebi que, se a minha vida fosse um filme, aparentemente era bastante mal realizado)
Ler mais »Depoimento: Tiago Santos e a escrita de “Call girl”Já reli e anotei as primeiras 90 páginas do livro. Dessa leitura ressaltam mais dois problemas específicos que vão exigir uma atenção especial: a questão dos flashbacks e o contexto político da história.
Ler mais »Opções e equilíbriosEm frente da minha casa em Luanda há agora um pequeno café com uma esplanada limpa e pessoal simpático. Todos os sábados e domingos, pela manhã, vou lá sentar-me para tomar o pequeno-almoío e preguiíar um pouco, pondo as leituras em dia. Não é o “Pau de Canela”, da Beloura, mas é um lugar onde me sinto bem.
Hoje de manhã estava lá sentado, mergulhado na leitura de uma “Premiere” de Dezembro de 2004 (se não há revistas novas, relêm-se as antigas…) quando fui envolvido por um aroma suave, adocicado, que me arrastou de imediato para o passado. Antes mesmo de conseguir identificar o perfume olhei em redor í procura do meu pai.
Na mesa ao lado da minha um kota acendia um cachimbo, num ritual a que eu tantas vezes assisti, colocando nele a mesma seriedade e concentraíão que recordo no meu pai.Ler mais »Memórias