As oito funções dos diálogos
Desde que o cinema ganhou o recurso do som e passou a ser audiovisual os diálogos são uma das principais ferramentas ao nosso dispor para escrever guiões mais ricos e interessantes. Descubra aqui as suas oito funções.
Desde que o cinema ganhou o recurso do som e passou a ser audiovisual os diálogos são uma das principais ferramentas ao nosso dispor para escrever guiões mais ricos e interessantes. Descubra aqui as suas oito funções.
O Pedro Lopes é um homem de muitos talentos e sucesso incontestável, ou talvez de muitos sucessos e talento incontestável. Certo, certo, é que já o devia ter entrevistado há muito tempo. Mas, como se pode perceber nesta entrevista, mais vale tarde do que nunca.
O ritmo narrativo varia muito não só de estória para estória mas também dentro de uma mesma estória, dependendo do momento da narrativa em que estamos. Como tal, é importante que nós, autores, dominemos várias formas de o controlar e modular, para o tornar adequado às nossas intenções dramáticas.
Escrever um guião, em última instância, é escrever todas as cenas individuais que o compõem. E cada uma destas cenas deve cumprir três funções, que são o tema deste artigo.
Uma das cenas mais famosas de “É Tudo Bons Rapazes/Good Fellas” não está no guião de rodagem do filme. A transcrição desse diálogo, que hoje publico, é uma pequena homenagem ao imenso talento de Ray Liotta, que faleceu há alguns dias atrás.
O que é um contrato de “opção”, esse conceito que aparece tantas vezes mencionado na imprensa da especialidade da indústria audiovisual?
Foi revelado recentemente a imagem da escaleta que o guionista Paul Schrader usou durante a escrita do filme “A Costa dos Mosquitos”. É uma pequena janela aberta sobre o processo criativo de um dos melhores guionistas americanos de sempre.
Quem trabalha há algum tempo na indústria do audiovisual, em posições relacionadas com a escrita, vai ouvir mais tarde ou mais cedo falar em “specs. Mas o que é então um “spec”, exatamente?
O mundo reagiu com surpresa e consternação à notícia de que Bruce Willis ia terminar prematuramente a sua carreira de ator, em consequência de problemas neurológicos que afetam as suas capacidades cognitivas. Em jeito de homenagem seleccionei um diálogo do guião memorável do filme “O Sexto Sentido”, a famosa cena com a revelação de “I see dead people”.
O Mapa de Relações é uma forma visual de consolidar e entender melhor o elenco da nossa estória. Descubra neste artigo o que ele pode fazer por si e como desenhar um.