Curso de Escrita de Ficção para Cinema e Televisão: candidaturas abertas

Estão abertas as candidaturas para o Curso de Escrita de Ficção para Cinema e Televisão que a Meios.com (Universidade Lusófona) e as Produções Fictícias estão a organizar, e que eu vou coordenar.

O curso vai começar em Janeiro e prolongar-se até Junho, em horário pós-laboral, num total de 200 horas. Contará com professores como Jorge Paixão da Costa, Tiago R. Santos, Patrícia Müller, João Tordo, Possídónio Cachapa e Nuno Duarte, além de eu próprio. As matérias, com uma incidência eminentemente prática, irão desde os conceitos mais gerais até à escrita para a web, passando pela escrita de cinema e de televisão, as adaptações literárias, a escrita de telenovela, etc.

Todas as informações, incluindo o plano completo de aulas, estão disponíveis no site das Produções Fictícias e da Meios.com. Podem ser também obtidas pelos emails: formacao@producoesficticias.pt ou eugenia.vicente@ulusofona.pt

Por favor não peçam informações aqui no site, mas sim através dos canais acima indicados.

Curso de Escrita de Ficção para Cinema e Televisão: candidaturas abertas

Este Artigo Tem 7 Comentários

  1. Alberto Sebastião

    como participar nestes ciclos de formação de escritura de guião, quanto custa e as formas de pagamento via-western union e como obter os materiais de estudo!
    País Angola-Luanda

    1. João Nunes

      Caro Alberto, penso que este curso não é adequado ao ensino à distância. De qualquer forma, como digo no artigo, todas as informações devem ser solicitadas através dos contactos indicados.

  2. João Gomes

    Mais uma vez, uma óptima ideia à qual muitos gostariam de participar (como eu) mas não o vão fazer por causa do preço.
    Cada vez suporto mais o ensino autodidacta.

  3. Pedro

    concordo com o joao gomes ,
    mas nao é pelo $$$$$, mas sim porque nao vejo nada de profundo e grande no programa do dito curso, nem me revejo nesta produçao nacional. Estes telefilmes, novelas e sitcoms são algo em que nao encontro nada.

    Sem paixão, não há razão para nada.
    Mas, pra quem gosta e se revê, acho a melhor iniciativa do tipo, em portugal, nos últimos 20 anos.

    p.s.- continuo a achar que o problema para haver mais e melhor cinema e tv está no elo “autor-editor/produtor”. Ainda vivemos em grupinhos de pequenos interesses. Tal como na política…

    Pedro A.

    1. Ruben Cordeiro

      Se existe razão de maior força, seria a do João Gomes (a financeira), pois estamos a enfrentar momentos dificeis.
      Apesar de todas as opiniões serem validas e deverem ser respeitadas, vou ter que discordar da sua. Acho que o programa do dito curso é bastante bom, o maior desafio vai ser com os professores (se vão estar á altura para o acompanhar; se vão tentar ser tão bons professores, como tentam ser argumentistas).
      Para quem usa frases do genero “Sem paixão, não há razão para nada”, julgo que usar como desculpa o não se rever na produção nacional, para não se inscrever no curso; uma desculpa de mau perdedor. Eu também não me revejo na maioria da produção nacional, preferindo a produção internacional e por isso acho que compete a nos, o futuro, continuar a luta dos que ja cá estão; a luta por algo mais e melhor, pois só assim poderemos chegar a um patamar semelhante ao internacional (ñ é desistindo, só pq ñ gostamos do que temos actualmente).
      Ao menos concordamos em alguma coisa, sem duvida que é uma das melhores iniciativas dos ultimos 20 anos em Portugal.

      p.s.-O problema dos grupinhos de interesses é neste momento um mal menor, pois acho que temos problemas maiores do que o referido em cima. Problemas como a falta de regras e leis que definam e protejam os audiovisuais no geral e todas as suas areas especificamente (acabando assim de vez com este Western Spaghetti). Os grupinhos de interesse sempre existiram e sempre vão existir. Hollywood não é apenas a meca do cinema, mas tambem a meca dos pequenos (e grandes) grupinhos de interesses e até se tem safado bastante bem.

      p.s.s.- Não fui pago, nem coagido por ninguem para escrever este comentário, a não ser pela minha paixão pelo cinema e tv e pela escrita de argumento particularmente; afinal “Sem paixão, não há razão para nada”.

      1. Pedro

        Caro Rubem,

        Tenho de concordar consigo. Sou talvez um idealista.

        abrço

  4. Ruben Cordeiro

    Gostaria apenas de mais uma vez dar os meus parabens, por esta iniciativa.
    Gostei imenso do 1º dia de aulas e as futuras prometem.
    Finalmente encontrei um espaço onde posso respirar escrita de argumento e mais escrita de argumento, tendo a possibilidade de ao longo do percurso partilhar – la com um grupo de profissionais da area e de colegas de turma, que partilham da mesma paixão (se assim não fosse, só um maluco se metia nesta area profissional).

A sua opinião é importante. Deixe-a aqui:

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.

João Nunes

João Nunes é um autor, guionista e storyteller que gosta de ajudar os outros a contar as suas próprias estórias. Divide o seu tempo entre Angola, Brasil e Portugal e já escreveu mais de 3500 páginas de guiões produzidos de curtas e longas metragens, telefilmes e séries de televisão.