Perguntas & Respostas: como escrever cenas de dança
Um leitor quer saber como se escrevem cenas de dança e eu alargo a resposta a outros tipos de cenas de acção.
Um leitor quer saber como se escrevem cenas de dança e eu alargo a resposta a outros tipos de cenas de acção.
Sempre acreditei que era preciso agarrar o leitor o mais depressa possível e nunca mais o largar; tive sempre medo de perder a audiência. Ernest… Ler mais »“Sempre acreditei que era preciso agarrar o leitor o mais depressa possível e nunca mais o largar; tive sempre medo de perder a audiência.” — Ernest Lehman, citado em “Ecrire un scénario” de Michel Chion
Morreu Budd Schulberg, o guionista americano que, entre outras obras, nos legou o clássico "Há lodo no cais", com o qual ganhou um Óscar. Budd Schulberg nasceu filho de um produtor de Hollywood e cresceu dentro do meio; a sua progressão para se tornar um dos principais guionistas americanos dos anos 50 foi de certa forma natural.Ler mais »Morreu Budd Schulberg, guionista de “Há lodo no cais”
Uma série de vídeos sobre o Sundance Institute Director’s Lab. Para ver, meditar e sonhar.
O mais conhecido e respeitado especialista mundial na área da escrita de argumentos vai estar de novo em Lisboa nos dias 13, 14 e 15 de Novembro, para apresentar os Seminários Genre Thriller, Genre Comedy e Genre Love Story.
Notícia recente veiculada no site da Globo confirma que o guionista, realizador e ator Woody Allen está em negociações para filmar no Rio de Janeiro, em 2011. A informação foi confirmada por Sérgio Sá Leitão, da RioFilme, que não deu mais informações sobre o projeto.
Queria saber quais as diferenças básicas (de formatação, de estrutura) entre guiões para televisão e para o cinema. Caio
Caio, a sua pergunta implicaria uma resposta muito extensa, mas vou tentar ser breve:
Em primeiro lugar, há diferenças formais entre uns guiões e outros, mas não são muitas. São até mais em Portugal do que no Brasil, ao que consegui apurar.Ler mais »Perguntas & Respostas: diferenças entre guiões de televisão e cinema
Em mais um artigo do Curso de Guião descrevo o mecanismo de progressão dramática que faz funcionar as estórias construídas segundo o modelo clássico de narrativa.
1ª É raro contar uma história que aconteça num único dia. Portanto, temos que fazer referência a esta mudança. Como? Colocando sempre "mudança de dia"? Até agora tenho acrescentado ao cabeçalho de cena, por exemplo, "EXT. CASA DE CAMPO – DIA. DIA 3". Qual é a forma mais correcta?
2ª Quando uma história é contada tipo manta de retalhos (ora se está no presente, ora no passado recente que se estende até ao presente, ora no passado longínquo) o que se deve acrescentar no cabeçalho?
3ª No caso de haver uma personagem que, a meio da história, se fica a saber que tem outro nome. Ou seja, uma personagem com dois nomes. O que fazer? Escrever sempre com o nome verdadeiro? Com os dois nomes, por exemplo "SOFIA/MARÍLIA", antes das falas? Ou optar pela solução de escrever o nome correspondente a cada parte da história e deixar uma nota de rodapé a explicar a situação?
Luís
Luís, o melhor critério para qualquer dos casos descritos acima é pôr-se no ponto de vista do espectador do filme. Nunca esqueça que o guião que está a escrever é apenas a base de trabalho para criar uma obra concreta, um filme que vai ser projectado numa tela de cinema.Ler mais »Perguntas & Respostas: mudanças de dia, de tempo e de nomes
[como guionista] Estás sempre à procura de: “o que é que eu posso fazer que seja simultaneamente inesperado e recompensador?” – John August, em entrevista à Making Of