Morreu Budd Schulberg, o guionista americano que, entre outras obras, nos legou o clássico "Há lodo no cais", com o qual ganhou um Óscar. Budd Schulberg nasceu filho de um produtor de Hollywood e cresceu dentro do meio; a sua progressão para se tornar um dos principais guionistas americanos dos anos 50 foi de certa forma natural.Ler mais »Morreu Budd Schulberg, guionista de “Há lodo no cais”
Neste momento estou a escrever uma curta-metragem em parceria com um guionista/realizador profissional e gostava de garantir que, na hora de registar o guião, se vai manter a autoria dos dois e não vai ficar só ele com os créditos do guião. David
Eu e um amigo estamos a preparar-nos para criar um guião para uma série, mas surgiu-me uma questão: como somos dois, qual a melhor forma de trabalhar? Como organizar as ideias? Como decidir que caminho é o mais indicado? Esses pequenos detalhes que só existem quando não é só uma pessoa a decidir. Helder
No caso do David, pelo que percebo, o processo de escrita já está em curso. Ou seja, as questões práticas, de método, já terão sido resolvidas de uma forma ou de outra. A sua preocupação é só com o futuro desse filho que agora está a fazer. Quanto ao Helder, aparentemente, a questão é mais prática e processual.
Em Setembro a Escola de Verão da Universidade Nova de Lisboa organiza mais um curso de guionismo. O monitor é Paulo Filipe Monteiro, e podem obter-se todas as informações aqui.
Até final de Junho os interessados neste curso devem enviar para o e-mail pfm@sapo.pt uma página com sinopse original de um filme de ficção. Atenção: não é de um filme já feito, é de um filme imaginado pelo candidato, com princípio meio e fim. A selecção dos participantes será feita com base nessas sinopses, que não poderão ter mais de uma página, com cerca de 2800 caracteres.Ler mais »Curso de Verão de guionismo na Universidade Nova