
FDXReader é uma app desenvolvida pelo guionista John August e colaboradores para ler documentos do Final Draft no iPhone e iPad.
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Antes de ser lançada esta app foi testado em versão beta por vários autores, incluindo Rob Thomas, criador de Veronica Mars, e J. J. Abrams, criador de Alias e Lost.
Os editores do Final Draft organizam um concurso de guionismo a que chamam Big Break, com mais de 30.000$ em prémios.
Dois leitores diferentes deixam perguntas sobre a escrita em parceria, e eu tento responder-lhes.
Saiu uma nova versão do software de escrita de guião Final Draft, com muitas novidades apetecíveis.

O software de escrita de guião CeltX lançou finalmente a sua versão 1.0, e o facto serviu de motivação para eu escrever um tutorial sobre a sua utilização.
A partir desta página poderá aceder a uma série de recursos que me parecem úteis para todos os guionistas. Irei actualizando regularmente o seu conteúdo.
Vou reunir aqui algumas “folhas de ajuda” para temas específicos, que irei publicando regularmente.

Um leitor pergunta qual a diferença entre os guiões de publicidade e os de cinema e tv; e eu, que já escrevi uns e outros, tento responder.
Um guião pode escrever-se com um simples lápis e papel. É assim que o Quentin Tarantino escreve as primeiras versões dos guiões dele e se o sistema é bom para ele é bom para qualquer um. Mas há softwares que podem ajudar nessa tarefa, simplificando a vida do guionista. E escrever uma boa história (ou até uma má história) já é só por si tão complicado que qualquer ajuda é sempre bem vinda.
Opções de modelos para escrita de guiões
O software Montage, com que comecei a fazer a estrutura da adaptaíão, foi uma desilusão. Já nem sequer tem a desculpa de ser uma versão beta, porque já baixei a versão 1.0 e nem por isso está melhor. Read more on Mudanía de software…
Estou a reler o romance que vou adaptar, tomando notas para refrescar a memória que retive da primeira leitura.
Como já suspeitava, o desafio maior vai ser decidir o que deixar de fora. O livro tem uma riqueza de material de base — personagens, situaíões, referências, até diálogos — muito superior ao que um filme de hora e meia ou duas horas pode comportar. Mas esta necessidade de cortar e eliminar cria um paradoxo: a necessidade de criar novas cenas, eventualmente novos personagens, para preencher os buracos que os cortes entretanto geraram. Read more on Primeiras notas de leituras…