As 11 Leis dos Show Runners – 1ª parte
Um texto de um conhecido autor e produtor abre uma janela sobre a criação e produção de ficção televisiva no sistema norte-americano.
Nesta página encontra diversos artigos que, na altura da sua publicação neste blogue, mereceram um destaque especial.
Penso que a maior parte desses destaques continuam a merecer a atenção de quem se interessa pela escrita para cinema e televisão. Convido-o pois a explorar ao seu ritmo esta categoria dos arquivos do blogue.
Boas leituras.
Um texto de um conhecido autor e produtor abre uma janela sobre a criação e produção de ficção televisiva no sistema norte-americano.
O Cinema, a Banda Desenhada e a Dança são finalmente reconhecidos como expressões culturais pela Academia Nacional de Belas Artes.
Todos os anos os prémios Emmys celebram a riqueza e variedade da televisão americana contemporânea e a escrita para televisão não poderia deixar de estar presente com os melhores guiões do ano.
Quando Christopher Nolan decidiu adaptar para guião a biografia de um dos cientistas mais influentes do século XX, J. Robert Oppenheimer, tomou uma decisão que ia contra uma das regras mais aceites do formato universal destas obras: escrevê-lo na primeira pessoa.
Um leitor tem uma dúvida em relação ao uso dos Parênteses. Respondo com exemplos e recordo um artigo anterior sobre o tema.
A 9ª edição do Festival Guiões começa já na próxima semana. O seu programa foi divulgado e tem amplos motivos de interesse.
Nesta edição de *Grandes Diálogos*, decidi destacar a cena final de *American Beauty*, em homenagem à escrita magnífica do guionista Alan Ball.
Descubra aqui a origem de marcas de empresas como a famosa ACME, que fornecia todas as geringonças que o Coiote usava para tentar apanhar o Bip Bip (Papa-Léguas no Brasil).
Conheça a nova edição do Pitch Me! que vai apostar na diversidade e inclusão, promovendo narrativas e autores menos representadas no cinema e no audiovisual português.
Num artigo antigo apresentei uma lista dos meus dez guiões favoritos, que incluía, em primeiro lugar, o do filme Chinatown. É precisamente uma cena desse guião do lendário guionista americano Robert Towne que vou apresentar neste artigo.