Acidente
Agora mesmo, enquanto estou aqui na net, houve um acidente automóvel em frente da minha casa. Ouvi a travagem e o som seco do choque… Ler mais »Acidente
Agora mesmo, enquanto estou aqui na net, houve um acidente automóvel em frente da minha casa. Ouvi a travagem e o som seco do choque… Ler mais »Acidente
Estou a reler o romance que vou adaptar, tomando notas para refrescar a memória que retive da primeira leitura.
Como já suspeitava, o desafio maior vai ser decidir o que deixar de fora. O livro tem uma riqueza de material de base – personagens, situaíões, referências, até diálogos – muito superior ao que um filme de hora e meia ou duas horas pode comportar. Mas esta necessidade de cortar e eliminar cria um paradoxo: a necessidade de criar novas cenas, eventualmente novos personagens, para preencher os buracos que os cortes entretanto geraram.Ler mais »Primeiras notas de leituras
Vou começar a escrever o meu próximo guião, uma adaptação de um romance. Consegui autorização do autor e até já tenho um produtor interessado. Coisa… Ler mais »Decisão
Acho que devia haver um sistema de gestão de filas para os problemas, como aqueles que há nos bancos e repartições públicas. Os problemas chegavam,… Ler mais »Tirem senha
O Lusomundo Premium passou ontem, depois do jogo Portugal x Franía, um filme muito a propósito: “A Aventura do Poseidon”. Nesse épico dos anos 70… Ler mais »A Aventura do Poseidon
Vicente Jorge Silva escreve – e muito bem – hoje no Diário de Notícias uma reflexão que merece ser lida. Se porventura acabarmos campeões do… Ler mais »Alma de vencedores ?
Em frente da minha casa em Luanda há agora um pequeno café com uma esplanada limpa e pessoal simpático. Todos os sábados e domingos, pela manhã, vou lá sentar-me para tomar o pequeno-almoío e preguiíar um pouco, pondo as leituras em dia. Não é o “Pau de Canela”, da Beloura, mas é um lugar onde me sinto bem.
Hoje de manhã estava lá sentado, mergulhado na leitura de uma “Premiere” de Dezembro de 2004 (se não há revistas novas, relêm-se as antigas…) quando fui envolvido por um aroma suave, adocicado, que me arrastou de imediato para o passado. Antes mesmo de conseguir identificar o perfume olhei em redor í procura do meu pai.
Na mesa ao lado da minha um kota acendia um cachimbo, num ritual a que eu tantas vezes assisti, colocando nele a mesma seriedade e concentraíão que recordo no meu pai.Ler mais »Memórias
Fiquei hoje a saber que a expressão “tugas†é de origem angolana. Desconfio que essa expressão, que hoje integrámos na designaíão da nossa selecíão de… Ler mais »Tugas – actualizada