Diz a Dona Raimunda:
Ser mãe é padecer no Paraíso.
Ser mãe é padecer no Paraíso.
Onde descrevo um encontro com dois fãs involuntários.
Sessenta mil pessoas unidas na maior festa, berrando, cantando, gritando ao mesmo tempo, erguendo-se em uníssono, louvando e insultando em coro; e tudo porque 22 milionários (e três potenciais suspeitos no processo “apito douradoâ€) correm atrás de uma bola num hectare de relva…. Mas ganhou, e o sonho ficou mais próximo.
Já percebi que 90% dos problemas se resolvem por si próprios se os metermos numa caixa e os esquecermos. Os outros 10% é que são uma chatice – principalmente porque não há como distinguir uns dos outros.
Num spot de rádio para o Nissan Almera, ouvido hoje aqui em Portugal, uma namorada/mulher/amiga interpela o condutor do carro em que segue, pedindo-lhe para andar mais devagar. O rapaz – pela voz parece novo – responde que “com o Nissan Almera†é impossível andar devagar“.Num país onde morrem 1113 pessoas por ano em acidentes de automóvel (cito o número de memória, mas anda por aí); onde o presidente da República se sente compelido a fazer uma presidência aberta dedicada í sinistralidade rodoviária; onde as reformas do código da estrada se sucedem sem resultados aparentes; num país assim, escrever um spot destes é um atentado, não só ao bom senso, não só í ética profissional e í decência humana, mas principalmente í s famílias de todas as vítimas da nossa â€guerra das estradas“ (perdoem-me o cliché).Os miúdos acabados de sair do IADE que escreveram este spot não devem perceber estas minhas lamúrias.
Tenho a certeza de que não foi de propósito – nem mesmo um jogador do Sporting faria uma coisa dessas – mas foi um lindo momento de televisão.Quando não é uma cuspidela, os futebolistas têm outro gesto ainda mais bonito – tapam uma narina e sopram com foría pela outra, levando tudo í frente…. Mas não me lembro de ter alguma vez visto um tenista cuspir para o chão de Wimbledon (ou mesmo do Estoril Open).Só espero que o Frederico não ganhe estes hábitos de futebolista.
Revi todos os meus tios e tias e boa parte dos meus primos.Um destaque especial para o Bruno, que passou os últimos meses no Peru e Brasil, a estudar (e ensinar) medicinas alternativas e medicamentos naturais. Passámos um bom bocado a falar dessa experiência e a discutir uma pesquisa pessoal que ele comeíou a desenvolver nessa viagem, onde mistura arte, caligrafia, fotografia, diário íntimo e poesia.
O primeiro filme que fui ver depois de regressar de Angola foi o “Tiro no Escuro”, realizado pelo Leonel Vieira. Trabalhei no guião desse filme… Ler mais »Tiro no Escuro
Os americanos dizem “home is where you hang your hat on” ou qualquer coisa do género: “casa é onde penduramos o chapéu”. Não é. Casa… Ler mais »Home Again
Hoje í s seis da tarde fazemos o check in para o voo TAP que nos vai levar de novo a Portugal, í família, aos amigos,… Ler mais »De partida